sábado, 15 de setembro de 2012

Meus alunos da escola Castelo Branco

Depois de muitos anos nos encontramos para matar a saudade. Estes são aluguns da escola Castelo Branco, Eles eram do projeto Aprender.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

RECREAÇÃO

Aqui vai sugestões de aulas de educação física que quando professor da escola Castelo Branco, desenvolvia com meus alunos, eles adoravam, pois desta maneira a gente fugia do cotidiano, daquela coisa de sempre, ou seja futsal, basquetebol, handebol e voleibol.

Brincadeiras e Jogos Recreativos

1. Variações de Pega-Pega

 

1.1 Pega-Pega Congelante

Material: -

Desenvolvimento: Apenas um aluno como pegador, objetivo é tentar congelar os outros alunos. Para o aluno congelado ficar livre novamente, um dos alunos livres deve passar por das penas do aluno congelado.

 

1.2 Pega-Pega por Baixo das Penas

Material: -

Desenvolvimento: É formado um circulo com todos os alunos e são escolhido um pegador e um fugitivo. O pegador pega o fugitivo, se pegar inverte as ações. O fugitivo também pode passar por baixo das pernas de alguém no circulo aí o pegador vira fugitivo, o aluno que passou por baixo das pernas fica sentado no lugar do aluno que agora virou pegador.

 

1.3 Pega-Pega Corrente

Material: -

Desenvolvimento: É estipulado um pegador e ele tenta pegar algum aluno, assim que pegar, eles dão as mãos e vão de mãos unidas tentarem pegar mais alunos e quando mais alunos forem pego, eles vão formando uma grande corrente e vão atrás de mais alunos até acabar todos.

 

1.4 Pega-Pega Sobre a Linha

Material: -

Desenvolvimento: É um pega-pega em cima da linha dos esportes.

Variações: Inicialmente andando rápido, depois pode liberar os alunos para correr, mas nunca deixando eles sair fora da linha ou pular de uma linha para outra. Pode estipular um pega-pega ajuda-ajuda.

 

1.5 Nunca a três

Material: -

Desenvolvimento: Formadas duplas, depois é formado um grande circulo. É escolhido uma dupla e estipulado um pegador e o outro será o fugitivo. A ação inverte quando o pegador pega o fugitivo. O fugitivo também pode parar do lado de uma dupla, o lado contraria de onde o fugitivo parou vira pegador e o que era pegador agora foge.

 

1.6 Pega-Pega Fugi-Fugi

Material: -

Desenvolvimento: É colocado todos os alunos em uma lateral da quadra, estipulado dois pegadores, no sinal dos pegadores “Pega-Pega” os alunos em cima da linha lateral do falam “Fugi-Fugi” e tentam passar para o outro lado sem que os pegadores o toquem. Se o pegador o tocar ele para no lugar em que foi pego e sem tirar os pés do chão (sem mover as pernas) ajuda os pegadores a pegar o restante dos alunos. Acaba quando todos os alunos forem pegos.

 

1.7 Pega-Pega com Rabo

Material: Coletes

Desenvolvimento: Cada aluno com um colete e o mesmo é coloca na cintura. Objetivo é tentar roubar os coletes dos outros alunos sem deixarem de roubar o seu.

 

2. Gincana com Bolas

 

 

2.1 Caçada

Material: Bola de Basquete, de Vôlei ou de Handebol e Coletes.

Desenvolvimento: Cada aluno com uma bola e um colete enroscado na cintura e é delimitado um espaço na quadra, o aluno fica quicando a bola e vai tentar roubar o colete dos outros alunos sem deixar de quicar a bola e sem deixar que roubem seu colete e sem sair da linha estipulada.

Variações: cada aluno com uma bola, é delimitado um espaço na quadra, o objetivo do aluno é ir atrás de outros alunos quicando a sua bola e tentar jogar a bola do adversário fora da linha estipulada, se um aluno perdeu a sua bola, ele sai da brincadeira e espera o final para depois recomeçar novamente.

 

2.2 Ameba

Material: Cones e uma bola de vôlei ou borracha.

Desenvolvimento: É delimitado um espaço com os cones ou nas linhas da quadra esportiva, de preferência retângula semelhante a limitação da bola queima. É colocado um guarda campo de cada lado e o restante dos alunos no meio. Os guarda-campos tentam queima os alunos que estão no meio, o aluno que for queimado sentado e volta pro jogo quando tocar algum aluno que passar por perto dele. Os guarda-campos podem sair de lá se algum aluno conseguir segurar a bola sem deixar cair no chão.

 

3. Gincana com outros Materiais

 

3.1 Cada Macaco no Seu Galho

Material: Bambolê

Desenvolvimento: É colocado bambo lê no chão marcando a casinha, cada aluno entra em uma casa e sobrando apenas um aluno fora. No sinal desse aluno todos devem trocar de casa, o aluno que sobra paga uma prenda.

 

3.2 Palito de Fósforo

Material: Caixinha de Fósforos

Desenvolvimento: Dois alunos para cada caixinha de fósforo. A dupla que conseguir juntar os palitos e colocar em ordem dentro da caixinha primeiro vence.

 

3.3 Corrida com o Balão

Material: Bexigas

Desenvolvimento: Corrida com o balão em um percurso reto aproximadamente de 20 metros, controlando o balão de ar com o corpo menos com as mãos.

 

3.4 Assopro Campeão

Material: Bexigas

Desenvolvimento: No circulo central da quadra, 3 contra 3 assoprando o balão de ar para a quadra do adversário, a equipe que conseguir assoprar o balão para o campo adversário vence.

 

3.5 Balão nas Costa

Material: Bexiga

Desenvolvimento: Dois a Dois com um balão de ar nas costa, os alunos deverão percorrer um caminho determinado sem deixar o balão cair no chão e sem estourar, se acaso a bexiga cair, eles volta no inicio e começa novamente, se o balão estourar eles deverão encher outra bexiga e recomeçar na linha de partida.

Variação: balão na testa.

 

3.6 Estouro de Balões

Material: Bexigas

Desenvolvimento: É dividida a turma e entregue balões de uma cor para uma equipe e amarrado os balões no tornozelo do aluno, e outra cor para a outra equipe. As equipes devem tentar estourar os balões de ar da equipe adversária sem que estourem o seu próprio balão.

 

3.7 Torneio de Arremesso

Material: Bola de Basquete

Desenvolvimento: É numerado de 1 a 10 lugares no garrafão e perto dele. Os alunos devem arremessar para a cesta começando do local 1, e assim que for acertando ele vai subindo de numeração. Quem chegar no 10 lugar e acertar é o vencedor. Se errar passa a vez e continua no mesmo lugar que errou

 

3.8 Acerte o alvo

Material: Cones e Bambo lês

Desenvolvimento: O aluno deve arremessar um bambo lê para encaixá-lo sobre um cone a uma distancia de + ou – de 7 metros. Cada acerto vale um ponto.

 

4. Jogos Recreativos

 

4.1 Queimada Invertida

Material: Bola de Vôlei ou de Borracha

Desenvolvimento: É dividida a turma em dois times, um time em cada lado da quadra, é escolhido o quadra campo. Começa a queimada e quando um aluno é queimado ele passa para a outra equipe. Vence a equipe que conseguir ficar com mais aluno no seu time.

 

4.2 Futsal Recreativo

Material: Cabo de Vassoura e bola de tênis

Desenvolvimento: Formado duas equipes com 5 alunos cada, cada aluno com um cabo de vassoura de 1 metro. Objetivo é fazer gol no time adversário empurrando a bola com o bastão. Não é permitido entrar na área, pois também não existe goleiro, e também se o cabo de vassoura toca no adversário é falta, na marca do Pênalti sem goleiro.

 

4.3 Handebol Recreativo

Material: Bola de Handebol e Bambo lê

Desenvolvimento: Dois times de 6 alunos, ½ quadra e um bambo lê amarrado no gol. Cada bola que passar por dentro do bambo lê vale um gol. Quando a bola não passar pelo meio do bambo lê a equipe que arremessou perde a posse da bola; a outra equipe dará saída no circulo central.

 

4.4 Handebol

Material: Bola de Handebol e Bambo lês.

Desenvolvimento: é divido em duas equipes os alunos, espalhados os bambos lês pela quadra e os alunos ficam dispersos na quadra. O objetivo do jogo é a troca de passe, a equipe que fizer 10 passes seguidos marca ponto. Para que a equipe possa começar a contar os passe é necessário um aluno fizer o passe para outro aluno e ele cair dentro do arco (Bambo lê) quando receber a bola. Não é permitido ficar esperando o passe dentro do bambo lê e assim que conseguir receber um passe não pode ficar mais de 5 segundos dentro do bambo lê no chão.

 

4.5 Vôlei Recreativo

Material: Bola de Vôlei e rede de vôlei armada

Desenvolvimento: Formado dois times, um em cada lado da quadra, então começa o jogo de vôlei adaptado (segura a bola com as duas mãos, saque depende da força do aluno). Então um aluno saco, o do outro time pega, passa a bola pra 3 colegas e então o 3º pega e joga pro campo adversário, se a bola caiu no chão, então todos da equipe que deixaram a bola cair tem que fugir para o funda da quadra sem que ninguém seja pego. Se pegar o aluno passa para o outro time e fica com mais alunos.

Variação: Quando for ponto e o aluno ser pego, é marcado ponto e conta mais um ponto para cada aluno que foi pego.

 

4.6 Basquete Recreativo

Material: Bola de Basquete e Coletes

Desenvolvimento: Formado dois ou mais times, o jogo se passa na quadra de basquete. O objetivo é fazer o a bola passar por 10 alunos, quando isso acontece o time marca um ponto. Explicar os tipos de passe para os alunos ”Peito, Picado, Sobre a Cabeça e de Ombro” e os fazer usarem os passes. “Não é permitido tocar no aluno que está com a bola e nem na bola, o aluno que está com a bola pode ficar com ela em suas mãos até 5 segundos, não pode andar e nem bater a bola” se alguns desses itens forem violados será marcado e cobrada uma falta.

Variação: Mesmas regras, mas introduzindo a cesta.

 

4.7 Acerte a Base

Material: Cones, Bolas de Iniciação ou Garrafas Pet’s ou Bolas de Meia.

Desenvolvimento: É divida a turma em duas equipes, cada equipe tem seu lado da quadra, é dividido o mesmo numero de bolas e cones para cada equipe, os cones são colocados em lugares variados da quadra de cada equipe. Objetivo é arremessar a bola de iniciação em direção ao cone e derrubar, sendo que os componentes da equipe podem ficar na frente do cone evitando acerta-los.

 

4.8 Quatro Bases

Material: Cones, Bolas de Iniciação ou Garrafas Pet e Bolas de Handebol ou de meia.

Desenvolvimento: É divida a turma em duas equipes, é formado uma quadrado com os cones de mais ou menos 10 metros de um cone para o outro. Uma das equipes fica dentro do quadrado formado pelos cones e a outra equipe fica em um cone que servira de cone inicial. O aluno que esta no cone inicial fica com uma bola e o objetivo dele é arremessar a bola que venha cair dentro do quadrado feito pelos cones, assim que o aluno jogou a bola ele parti para o próximo cone, enquanto isso a equipe dentro do cone tentar pegar a bola o mais rápido possível e derrubar um dos cones do quadrado antes que o aluno do cone inicial chegue no próximo cone. Se o aluno que saiu do cone inicial passar cone por cone e chegue novamente no cone inicial sem que a equipe dentro do quadrado derrube algum cone, essa equipe marca um ponto, e cada aluno que percorrer todo o caminho passando por todos os cones e chegando no cone inicial vai marcando ponto. Se a equipe dentro do quadrado acertar o cone antes que cada aluno chegue no seu cone, a equipe dentro do quadrado vai para o cone inicial e a equipe que estava no cone inicial vai para dentro do quadrado.

Variações: Colocar mais de quatro cones e em uma distancia mais perto para facilitar um pouco o jogo.

 

5. Estafetas (jogos em fila)

 

5.1 Acerte a Bola

Material: Bola de Borracha e Mínimo de 10 bolas de diferentes tamanhos (Futsal, Basquete, Handebol, Vôlei, Bola de Iniciação)

Desenvolvimento: É dividida a turma em duas equipes, cada equipe fica em fileira em cima da linha do vôlei, uma fila paralela com a outra. É coloca a bola de borracha no centro, bem no meio da equipes, então é dividas em números iguais as bolas.

O objetivo é jogar a bola e acertar a bola de borracha e consequentemente empurra-la para o campo da equipe adversária, marca o ponto quem conseguir empurrar a bola de borracha jogando as outras bolas nela. A bola de Borracha pode ser evitada a vim pro campo da equipe menos com as mãos e os pés.

 

5.2 Ligeirinho

Material: 2 (duas) bolas de basquete, vôlei ou de borracha.

Desenvolvimento: É dividida a turma em duas equipes e em fila um atrás do outro as equipes ficam paralelas, distancia de um braço de um aluno a outro. A bola fica com o primeiro da fila e ao sinal do Professor ele vai passa a bola por cima da cabeça para o aluno de trás, na hora que a bola chegar no ultimo, todos da fila vão abaixar(deitar no chão) e o ultimo carregando a bola deve chegar a frente da fila pulando os alunos.

Variações: Bola também pode ser passada do lado do corpo ou debaixo das pernas, sendo que debaixo das pernas ela não pode rolar no chão e sim passar em mão em mão. Antes dos alunos abaixarem(deitarem no chão) pode estipular que eles sentem e o ultimo vá fazendo zig-zag.

 

5.3 Alvo

Material: Cones e bolinha de tênis

Desenvolvimento: Dividir a turma em duas equipes, um aluno com um cone, e os outros alunos um de cada vez, arremessará a bola de uma distancia de mais ou menos 7 metros e o aluno tentará pegar a bola com o furo maior do cone. Se o aluno errar ele vai buscar a bola, volta a posição inicial e continua tentando, se o aluno acertar o aluno do cone pega a bolinha de tênis devolve para o aluno que acerto e o próximo da fila continua.

Variações: Pode colocar para que o aluno acerte o gol com um chute ou arremesso, ou acerte um cone e o derrube.

 

5.4 Entrega do jornal

Material: Jornal

Local: Espaço adequado

Desenvolvimento: Dividir a turma em duas equipes iguais e enfileira-las em uma linha de largada. O primeiro de cada grupo devera correr com uma pagina do jornal no peito sem usar as mãos para segurar o jornal, faz o percurso sem deixar o jornal cair no chão e depois entrega para o próximo companheiro da equipe. Se o jornal vim de cair no chão o aluno volta para a posição inicial e tenta novamente até conseguir a passar para o próximo da fila.
 
 
Isto é sugestão para o ensino médio.

PROJETO INTERDISCIPLINAR


PROJETO

 

CICLO DE PALESTRAS, PAINEIS E DEBATES SOBRE SAÚDE, ESPORTE E ATIVIDADE FÍSICA.

 

Objetivo: Conhecer, refletir e debater com estudiosos e especialistas, temas ligados à saúde, ao esporte e à atividade física.

 

O QUE
QUEM
QUANDO
COMO
ONDE
1- Elaborar projeto e submete-lo a aprovação
1- Prof. de Ed. Física
1- Inicio do ano (*)
1-Reunião com a direção
1- Diretoria
2- Levantar recursos
2- Direção da Escola
2- 1º a 14/03(*)
2- Reserva de local, autorização de compra ou aluguel de equipamento.
2- Escola, comercio
3.Divulgar projeto
3. Direção e prof. Ed.Física
3. 16 a 26/03(*)
3. Carta aos pais, cartazes na escola, outros
3. Escola/ casa dos alunos.
4. Montar calendário e divulgá-lo
4. Prof. Ed. Física.
4. 1 a 10/04(*)
4. Acerto de datas, organização e fixação de cartazes.
4.Escola.
5. Preparar local do evento.
5. Prof. Ed. Física.
5. 10 a 15/04(*).
5. Checagem de local e equipamento.
5.Local escolhido.
6. Coordenar evento
6. Prof. Ed. Física.
6. 15/04(*)
6. Preparação dos alunos. Recepção aos convidados.
6. Local do evento.
7. Avaliar evento.
7. Prof. Ed. Física e alunos.
7. Após cada evento.
7. Através de formulário próprio.
7. Aula de Ed. Física.

 

(*) As datas apresentadas constituem-se apenas uma amostra para efeito de entendimento dos passos e dos intervalos de tempo e datas sugeridas.

 
Apresentação

 

Durante a adolescência, os jovens tornam-se curiosos acerca das mudanças processadas em seus corpos. Essas, ocorrendo num ritmo intenso, deixam os adolescentes muitas vezes confusos, ansiosos e, lamentavelmente, algumas vezes arredios, ou até mesmo agressivos ou depressivos. Ao mesmo tempo, fruto do mesmo quadro geral, acrescido de uma grande energia e efervescência, os jovens se tornam curiosos e receptivos a resolver algumas das suas angustias mais comuns, tais como; ganhar peso e massa muscular (para os rapazes), perder peso e conquistar formas harmoniosas (para as meninas), crescer, perder barriga, melhorar a postura etc.

Nesse cenário, muitos jovens tornam-se reféns de modismos equivocados, de idéias , confusas e de práticas que envolvem riscos para sua saúde. Oferecer-lhe oportunidade de ouvir, conhecer e debater, com especialista temas ligados à saúde, ao esporte e a atividade física é uma contribuição fundamental e inestimável da escola, e particularmente, do professor de Educação Física.

Essa é a razão fundamental que nos motivou a apresentar o presente projeto, para o qual pretendemos mobilizar todos os alunos das séries finais do Ensino Médio, num conjunto de ações que deverão também, contar com o apoio e a participação dos demais professores da escola (especialmente dos professores de Ciências, Biologia, Química e Física).

 

Objetivo

 

- Conhecer temas ligados à saúde e a atividade física, refletir sobre eles e dialogar com especialista a respeito do assunto.

 

Público-alvo

 

- Alunos e alunas do 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio.

 

Cronograma

 

·       O projeto será desenvolvido, preferencialmente, ao longo de todo ano letivo, não tendo uma data específica para inicio ou término.

·       A proposta deverá contemplar uma atividade a cada mês, (se possível).

·       As datas acertadas deverão ser divulgadas em local de fácil acesso a todos os alunos.

·       Dirigido aos alunos e alunas, também deverão ser convidados para as atividades os professores, os funcionários e pais dos alunos.

·       As aulas de Educação Física deverão ser utilizadas para sensibilização dos alunos e das alunas visando a sua participação nas atividades.

 

Atividades que poderão ser desenvolvidas

 

·        Palestras, painéis e mesas redondas sobre temas identificados com objetivos do projeto.

·       Aulas com especialistas sobre os mesmo temas.

·       Apresentações de filmes, programas de TV (cópias em vídeos) e slides.

·       Exposições de equipamentos, materiais e instrumentos ligados ao universos citado.

·       Apresentação de pesquisas e trabalhos desenvolvidos pelos alunos.

·       Qualquer outra estratégia que amplie o objetivo do projeto e atenda a ele.

 

Temas que poderão ser abordados

 

·       Alimentação saudável; alimentação do esportista; alimentação do estudante.

·       A musculação, sua contribuição para a saúde e seus risco para o organismo.

·       O valor da atividades física saudável; o papel do esporte na manutenção da saúde.

·       Saúde esporte e atividade física

 

Recursos necessários à implementação do projeto.

 

       Cada evento demandará uma gama específica de recursos. Alguns deles são, entretanto, estruturais e deverão compor o projeto desde o seu inicio:

·       Sala de reunião ou auditório;

·       Televisão, vídeo e, se possível DVD, Data show;

·       Microfone e sistema de som.

 

Equipe de apoio ao projeto (recursos humanos)

 

Além dos professores de Educação Física poderá ser figura de destaque neste projeto:

·       Os alunos, que poderão atuar na indicação de temas, no convite a especialista (inclusive aos seus pais, caso os mesmo sejam profissionais nas áreas de saúde, esporte e educação, principalmente, e na participação em painéis e debates).

·       Os professores da escola que poderão atuar nos debates, nas mesas redondas e nas palestras, quando forem conhecedores do assunto ou especialistas em áreas de interesse do projeto.

·       Os pais dos alunos, quando especialista nas áreas afins aos interesses e objetivos do projeto, poderão atuar como palestrantes, debatedores e expositores, além de poderem indicar, através dos filhos, profissionais para as palestras e demais eventos a serem realizados.

 

Gestor do Projeto

Prof. Ocimar Esteves de Souza

Cref: 0387/G/RO

Celular 81109378/8449-4822

 

FORMAÇÃO DE JOGADORES DE FUTEBOL


Formação de Jogadores de Futebol:

As Ações e As Conseqüências

 

Precisamos entender bem qual tipo de atleta que queremos formar e qual a identidade do nosso futebol

Recentemente estive com um treinador de categorias de base de um clube argentino. Ele passou 15 dias no Brasil acompanhando jogos e treinos de categorias menores, desde o sub-11 até o sub-20.

Ele considerou muito proveitoso a experiência e falou-me um pouco sobre o trabalho que realizava na Argentina.

Em uma das conversas, apontou-me algo sobre a dinâmica de jogo, que (segundo ele) caracterizava bem a diferença do futebol praticado em seu país (pelos jogadores em formação) e do praticado pelos jovens jogadores no Brasil.

O que mais lhe chamou a atenção foi o fato de que, enquanto na Argentina, as equipes procuravam circular mais a bola, até encontrar situações de 2 vs 1 ofensivo, no Brasil, jogadores desfilavam um jogo de progressão ao ataque quase que constante, buscando invariavelmente situações de 1 vs 1.

Pois bem.

É de certa forma aceitável dizer que, tanto ao senso comum quanto aos profissionais especializados em futebol, o “talento individual” dos jogadores (chavão futebolístico) é o que decide os jogos.

Eu não quero, aqui, discordar. Não, não é o caso. O que pretendo é chamar a atenção para o fato de que há implicações importantes para o processo (principalmente para o final dele), que estão diretamente relacionadas com o tipo de dinâmica de jogo, propostas para (e por) equipes e jogadores nas categorias de base.

Em outras palavras, estou dizendo que um jogo de progressão ao ataque, com busca pelo 1 vs 1, ao longo dos anos, formará jogadores adaptados a responder de determinada maneira aos problemas que venham surgir no jogo.

Essa maneira é um resultado final diferente daquele encontrado, após anos de jogo de circulação de posse da bola na busca de situações de 2 vs 1 ofensivo.

Quais serão as respostas finais mais particulares aos jogadores imersos nesta, ou naquela dinâmica, é difícil saber com exatidão.

O fato é que precisamos entender quais as implicações para a formação de um jogador que vai se tornar profissional, de determinada organização, modelo, filosofia ou cultura de jogo.

E se o "talento individual" resolve jogos, poderá ele, estar a se referir, por exemplo, a habilidade de um jogador de individualmente, "partir para dentro", driblar e resolver o problema do jogo (fazer o gol); ou poderá, talvez, remeter-nos à idéia de que se refere a sua excepcional leitura de jogo para conseguir colocar seu companheiro de time em uma condição altamente favorável (por exemplo, de 2 vs 1 ofensivo).

Independente do que seja o "talento individual que decide o jogo", se não entendermos bem qual tipo de jogador queremos formar e qual a identidade do nosso brasileiro futebol, como poderemos propor dinâmicas de treino e de jogo que sejam favoráveis para isso no curto, no médio e no longo prazo?

Olhemos, por exemplo, para o basquetebol. Enquanto por anos o mundo jogava um jogo de marcação à zona, o que fazia a NBA (Associação Nacional de Basquetebol dos Estados Unidos)?
A NBA exigia, de maneira regulamentada, marcação individual. E o que isso trouxe para a dinâmica de jogo e para as ações dos jogadores?

Ofensivamente, trouxe desmarques, fintas espetaculares, dribles de corpo e belas "enterradas". Defensivamente, ataques agressivos a bola e "tocos".

O basquete jogado nos EUA desenhou-se então de maneira bem diferente daquele praticado pelos outros países no mundo (e da mesma forma aconteceu com o tipo de jogador presente nas equipes norte-americanas).

No futebol de base no Brasil, por alguns anos, a grande "moda" foi o jogo dos chutões. Depois, os "chutões" no 1-3-5-2. Mais à frente a marcação à zona, e mais recentemente as linhas de 4 (com o 1-4-2-3-1 prevalecendo).

Nada contra qualquer uma das "modas".

Mais uma vez saliento que precisamos entender as implicações finais daquilo que hoje é proposto na dinâmica (na organização, no modelo, na filosofia, etc.) de jogo, para a formação do jogador que queremos ter representando o futebol brasileiro (nas equipes profissionais e conseqüentemente na seleção nacional).

"Planejar errado, é planejar o fracasso" (José Mourinho).

O "processo" é um caminho que, se for errado, nos faz, mesmo andando para frente, ficarmos mais distantes do horizonte almejado.

Desconhecer a força resultante de nossas ações é fortalecer a inércia!

sábado, 1 de setembro de 2012

FUTSAL


FUTSAL

A TÉCNICA

A TÉCNICA INDIVIDUAL DO FUTSAL

 

Define-se a técnica como todo o gesto ou movimento realizado pelo atleta que lhe permite dar continuidade e desenvolvimento ao jogo. É descrita também como uma série infindável de movimentos realizados durante uma partida, tendo como base os fundamentos do jogo. No futsal, as técnicas individuais, empregadas durante a prática do jogo, são adaptadas as condições e situações do jogo a ao tipo somático do jogador, utilizando a forma mais funcional e econômica para alcançar seu objetivo no jogo. O padrão técnico de cada indivíduo é fundamentalmente influenciado pelos componentes de equilíbrio, ritmo, coordenação geral e coordenação espaço-temporal, enfim, de suas vivências e experiências motoras de um modo geral.

Na prática do futsal, é utilizada como linguagem didática, a divisão das técnicas individuais em elementos das técnicas individuais dos jogadores de linha e técnicas individuais do goleiro, embora se saiba que, com a alteração das regras, o goleiro também tem participado do trabalho técnico juntamente com os demais atletas que atuam na linha.

Técnicas Individuais dos jogadores de linha.

As técnicas individuais dos jogadores de linha são divididas em condução, passe, chute, domínio, drible e finta, marcação e cabeceio.

Condução de bola.

É a ação de andar ou correr com a bola, próxima ao pé, por todos os espaços possíveis de jogo, protegendo-a quando acossado pelo adversário. A condução de bola é um dos fundamentos que propicia, durante o aprendizado, um maior tempo de contato com a bola, facilita o controle da bola e auxilia muito para a realização de um drible. Alguns aspectos serão importantes para uma boa condução de bola; entre eles destacaria a cabeça elevada possibilitando a visão do jogo, proximidade da bola junto ao corpo, coordenação do movimento principalmente em velocidade, proteção da bola, equilíbrio do corpo, noção de espaço de quadra e estar sempre atento às condições de passar, chutar em gol ou até mesmo de manter-se com a bola.

A condução ainda é classificada com relação à trajetória e em relação à execução.

* Relação à trajetória classifica-se em retilínea e sinuosa

* Relação à execução classifica-se em face interna, face externa e solado;

Passe de bola

Passe é o ato de entregar a bola diretamente ao companheiro ou lança-la em um espaço vazio da quadra. O passe possibilita o jogo em conjunto e a progressão das jogadas. A execução da técnica do passe facilitará também o aprendizado do chute de bola, pois ambos partem de um gesto motor muito parecido, mas com objetivos diferentes. Neste futsal atual, talvez o passe seja um dos fundamentos mais importantes, pois as movimentações dos atletas são intensas e de certa forma imprescindíveis para o desenvolvimento da mecânica de jogo. 

Para que o passe seja bem executado devem-se observar alguns aspectos como a cabeça erguida, braços ligeiramente afastados, equilíbrio para a execução do movimento, o pé de apoio deve estar próximo da bola, facilitando o equilíbrio para a ação do pé de toque, precisão no toque, intenção e objetivo ao tocar na bola, força adequada para que a bola percorra a distância estabelecida.

Chute ao gol

Chute é a impulsão dada à bola com um dos pés, tendo como objetivo o gol adversário. Para alguns estudiosos o chute pode também ser defensivo, quando o objetivo é impedir as ações de ataque (chutão para longe da zona de perigo).

No chute, se estabelece uma reação de forças (pé e bola), contudo estudos apontam que o determinante para a velocidade do chute é a velocidade imprimida pela perna do pé de toque ao tocar a bola.

Domínio e Recepção de bola.

Domínio é a ação de receber a bola e deixá-la sobre controle. Quando se intercepta a trajetória de uma bola passada ou arremessada, estamos receptando a bola. Para que um passe consiga atingir o seu objetivo, o atleta que quer receber a bola deve estar bem colocado para facilitar a chegada da bola e também deverá possuir uma boa técnica para sua recepção. Na verdade, uma boa recepção de bola agiliza o jogo e dá condições imediatas de conduzir, passar, driblar ou de finalizar ao gol.

Drible e Finta

O drible é uma ação individual com a bola que consiste numa combinação de recursos tais como o equilíbrio, a velocidade de arranque, agilidade, descontração muscular, ritmo, muita malícia e sentido de improvisação. O drible nada mais é que ultrapassar o adversário com a posse de bola. Alguns estudiosos ainda colocam que para que isto aconteça, o atleta deve ter completo domínio de bola (perto dos pés), agilidades nos movimentos (cintura), habilidade no trato da bola e criatividade para sair pelo lado mais fraco do marcador.

Já a finta é o movimento executado sem bola. Pode-se fintar com os pés, com as pernas, com o tronco, com os braços, e até com os olhos; basta realizar um movimento qualquer e se deslocar no inverso. Deve-se salientar ainda que a finta com o corpo pode ser utilizada para possibilitar um recebimento de um passe, para auxiliar posteriormente em drible, ou até mesmo para a marcação, onde ameaçamos com corpo a nossa aproximação para interceptação da bola.

Marcação

Apesar de muitos autores não citarem em suas obras, a marcação como um fundamento individual e sim coletivo, acreditamos que, como os demais elementos da técnica individual, devam ser estimulados e também treinados como os demais. A marcação é a ação de impedir que o adversário receba a bola, ou que o mesmo progrida pela quadra de jogo. No futsal competitivo traduz-se no principal elemento de defesa em decorrência das constantes movimentações.

Cabeceio de bola

Cabeceio é o ato de golpear a bola com a cabeça. Com a nova alteração das regras, tornou-se ainda mais utilizado este fundamento, principalmente nas situações de desafogo da defesa ao lançar a bola ao ataque, onde há interceptação da equipe adversária e no lançamento do goleiro com as mãos para o outro lado da quadra, buscando um companheiro de equipe.

PLANTEL - Posições no Futsal

Goleiro

É, talvez, o jogador mais importante da equipe. Todo grande time deve começar com um bom goleiro. Este é o responsável por defender e impedir que a bola ultrapasse a linha de gol. Ele pode usar qualquer parte do corpo em sua área de meta, tendo a possibilidade de assumir as funções de um jogador de linha quando fora de sua área. As últimas regras lhe dão a possibilidade de lançar a bola com as mãos diretamente para o outro lado da quadra.  Pelo exposto, observa-se que o goleiro de futsal deverá possuir também as mesmas qualidades técnicas dos demais jogadores de linha. Sua ação fora da área de meta será imprescindível para o sucesso de sua equipe.

Último Homem / Fixo / Beque

Sua função básica é defensiva, porém deve saber o momento exato de participar de algumas manobras ofensivas, como organizador, abrindo espaços para os companheiros e chegando como homem surpresa para o arremate à gol. Este jogador deverá também orientar os colegas durante a marcação e ter um bom senso de cobertura. Tem como espaço inicial de jogo o centro de sua meia quadra.

Lateral / Ala Direito e Esquerdo

São os responsáveis pela construção das jogadas e têm a tarefa de marcar e atacar. Atuam na maioria das vezes pelas laterais da quadra, com infiltrações também para o centro da quadra.

Homem de Frente / Pivô

Este é o responsável pela distribuição das jogadas e, quando acionado, exerce as ações de finalização e de abrir espaços na área adversária para a penetração de seus companheiros. A sua característica básica é saber jogar de costas para o gol. A sua área de atuação é a quadra adversária.