quinta-feira, 29 de novembro de 2012

educação física

continuação.

O planejamento deve, em última instancia direcionar-se a formar cidadãos preparados para conhecer e interagir com o meio – de forma solidária e mais cooperativa – conhecendo a realidade e sabendo nela se desenvolver. Pessoas, enfim, que possam dar respostas aos desafios lançados pela vida social e profissional num futuro mutante.

Nossa proposta privilegia, finalmente, valorizar as experiências e os conhecimentos prévios dos alunos, a fim despertar seu interesse e suas motivações para aprender, compreender e serem capazes de aplicar os conhecimentos adquiridos em sua promoção pessoal e do meio em que interagem. Esse deve ser o ponto de partida de um trabalho educacional inclusivo e comprometido com a formação da pessoa do cidadão. “Quem não planeja não avalia, quem não avalia não corrige, que não corrige não evolui”.

 

Sem abandonar os conteúdos tradicionais e clássicos da educação física escolar, deve-se fazer a leitura ampla do movimento humano como manifestação de indivíduos dotados de corporeidade e subjetividade singular. Cabe à Educação Física definir-se como um espaço em que os alunos possam experimentar viver, sentir, provar a corporeidade, a capacidade de reinventar os movimentos, de fazer de novo e diferente, de usufruir do próprio corpo. Por outro lado, reconhecemos que a experiência do corpo e do movimento se dá no quadro das produções socioculturais instituídas, como a ginástica, o esporte, a dança, os jogos e as brincadeiras, e envolve freqüentemente intencionalidade coletiva, coordenação de movimento de indivíduos singulares; portanto, aprendizado de relações baseadas na cooperação e na competição construtiva e ética.

No aprendizado empreendedor, o aluno, em busca da congruência entre o sonho e a sua forma de ser, de conhecimento sobre si mesmo e sobre o objeto do sonho, mergulha em uma situação em que tem o controle do próprio processo de aprendizagem. Aprender é uma construção (ou reconstrução) pessoal, em que o aluno dá significado à própria experiência e as diversas

relações que estabelece com o mundo.

 
Seleção e organização geral dos conteúdos

 

CULTURA CORPORAL DE MOVIMENTO

EDUCAÇÃO INFANTIL
ENSINO FUNDAMENTAL
ENSINO MÉDIO

JOGOS E BRINCADEIRAS

Populares
Simbólicos
Sensoriais
Brincadeiras de Roda
Brinquedos Industrializados
Construção de Brinquedos
Populares
De salão
Derivados dos esportes
Com raquetes
De outras culturas
Populares
De salão
Derivados dos esportes
Com raquete
Eletrônicos
Capoeira

GINASTICA

Ginástica historiada
Geral
Artística
De acrobacia
Circuitos
Atividades circenses
Caminhada
Hidroginástica
Alongamento
Relaxamento
Caminhada
De academia

ESPORTE

 
Atletismo
Basquetebol
Futsal
Handebol
Voleibol
Peteca
Natação
Basquetebol
Futsal
Handebol
Voleibol
Peteca
Natação

DANÇA

Folclórica
Mímica
Dramatização
Teatro
Criativa
Folclórica
Nacionais
Internacionais
Movimentos expressivos:
Mímica, pantomima,
Dramatização
Criativa
Movimentos expressivos
 

 

Apresentaremos a seguir, a proposta de organização geral dos conteúdos, em que os subtemas foram distribuídos por serie, de acordo com o nível de complexidade, desenvolvimento e as expectativas motivacionais dos alunos. Para cada série, identificamos os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais, bem como as habilidades a serem trabalhadas, de forma a forma a marcar a substituição de uma perspectiva mecanicista da atividade física por uma perspectiva pedagógica mais humana e totalizadora.

Seleção e organização dos conteúdos por séries

 

EDUCAÇÃO INFANTIL

EIXO TEMÁTICO: CULTURA CORPORAL DE MOVIMENTO
JOGOS E BRINCADEIRAS, GINÁSTICA E DANÇA

 

Subeixos temáticos
Conteúdos
Habilidades
Jogos e brincadeiras:
  • Populares
  • Simbólicos
  • Sensoriais
  • Brincadeiras de roda
  • Brinquedos industrializados
  • Construção de brinquedos.
Ginástica:
·       Ginástica historiada.
Conceituais:
  • A brincadeira e o uso de espaço e tempo diferenciados
  • A brincadeira e o uso de objetos de cores, formas, números, letras, desenhos, textura diferentes
  • Memorização de cantos
  • Imitação de animais, plantas, meios de transportes, dentre outros com o corpo
  • Jogos para desenvolver a percepção da audição, visão, olfato, tato e paladar
  • Criação de brinquedos e brincadeiras.
Procedimental
·       Vivencia de jogos, brincadeiras, danças, movimentos corporais que possibilitem ampla experimentação corporal, lúdica e social.
Atitudinais
·       Reconhecimento de si mesmo e do outro
·       Reconhecimento do sentido das ações pessoais
·       Vivencia do simbólico
·       Cooperação
·       Respeito a regras
  • Vivenciar jogos, brincadeiras, danças, movimentos expressivos e ginástica.
  • Brincar em tempos e espaços diferentes.
  • Identificar diferentes formas, cores, objetos, números, letras por meio do movimento corporal.
  • Memorizar cantos e gestos.
  • Brincar de formas diferenciadas.
  • Representar animais, plantas, meios de transportes, dentre outros, por meio de gestos e sons.
  • Construir brinquedos.
  • Organizar brinquedos pela cor, forma, textura, dentre outros.
  • Realizar jogos para desenvolver a percepção dos sentidos: olfato, tato, audição e paladar.
  • Criar brincadeiras.
  • Conhecer seu próprio corpo.
  • Reconhecer o corpo do colega.
  • Respeitar regras das brincadeira.
  • Representar
Corporalmente uma historia.

 

Dança:
  • Danças folclóricas
  • Mímicas
  • Teatro.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Educação Física

Continuação... Educação Física.

Planejamento:

Especificações e Sugestões.

 

Um bom planejamento escolar deve estar vinculado à organização dos conteúdos de aprendizagem em cada unidade didática, garantindo que estejam relacionados entre si, para sua melhor compreensão.

Ao longo da minha vida profissional com professor de educação física, temos visto desde planejamentos tolos – que idéias e as ações pretendidas por seus idealizadores, - até planejamentos pomposos, longos e repletos de frases de efeitos, mas também distantes dos meios, dos planos e reais objetivos dos seus formuladores.

 

Quatro princípios básicos devem nortear a construção de um planejamento escolar:

 

1 – Adequação à realidade: um planejamento consistente deve ser construído a partir dos valores, da cultura e do currículo escolar.

2 – Definição clara dos objetivos a serem alcançados: os objetivos e metas a serem atingidos fazem parte da essência de um planejamento competente. A premissa fundamental deve ser: os objetivos coletivamente compartilhados e claramente explicitados nortearão os passos a serem construídos.

3 – Clareza da construção: um planejamento eficiente é construído de forma clara e objetiva, em cada palavra empregada tem, além de sintonia com o todo, uma razão específica que justifica o fato de ali estar. O documento produzido, ao mesmo tempo em que reflete da maneira mais clara possível aquilo que seu(s) autor (es) pretende (m), deve garantir que seu (s) leitor (es) compreenda (m) com exatidão aquilo que se propõe realizar.

4 – Inclusão dos diversos atores da comunidade educativa: os melhores planejamentos são aqueles que incluem, em suas propostas, as experiências e saberes de toda a equipe escolar, desde seus líderes e professores, até seus alunos (planejamento participativo).

Educação Física


Olá leitores.

 

A Educação Física tem passado por profundas e significativas transformações ao longo dos últimos anos. De uma disciplina destinada ao ensino de técnicas esportivas, para outra que objetiva o trato pedagógico de conteúdos culturais. De uma educação física como o foco no rendimento atlético, para outra que investiga e dissemina conhecimentos corporais. De uma forte relação com as ciências biológicas, para uma transição cada vez mais evidente para o amplo aspecto das ciências humanas.

A nova leitura da educação física aborda muito mais que futsal, corridas e exercícios voltados para a busca de novos talentos esportivos. Hoje, a educação física, reconhecida como um componente curricular da educação básica, tem como prioridade em sua prática a integração com outras disciplinas do currículo escolar, deixando de moldar a estrutura física do aluno, para contribuir com atividades que visam à sua formação como cidadão.

Através das atividades corporais, éticos e da sexualidade, o aluno será incentivado a adotar hábitos saudáveis de alimentação, de cuidados com seu corpo, negando toda e qualquer forma de violência (física ou simbólica).

terça-feira, 20 de novembro de 2012

FUTEBOL


Futebol


 

Nenhum esporte no mundo desperta tanto interesse popular quanto o futebol. Sua principal competição, a Copa do Mundo, reúne, desde a fase de classificação, cerca de 130 países e milhões de espectadores no mais importante evento do mundo esportivo.

Futebol é um esporte disputado entre duas equipes, cada uma com 11 jogadores, que utilizam os pés e a cabeça para movimentar a bola em direção ao campo adversário, com o objetivo de colocá-la dentro do gol ou meta. A partida divide-se em dois tempos de 45 minutos, com um intervalo de 15 minutos. O tempo de jogo pode ser prorrogado por acidente ou qualquer outra causa a critério do juiz. A equipe vencedora é a que faz o maior número de gols.

Regras do futebol


As leis que regem o futebol foram elaboradas pela International Football Association Board (IFAB) em 1938. O texto que compreende 17 regras e uma série de decisões suplementares da IFAB, sofreu alterações impostas pela própria evolução técnica e tática do esporte.

Campo. O futebol é jogado num campo gramado com as medidas máximas de 120m de comprimento e 90m de largura e mínimas de 90m de comprimento e 45m de largura. Em os internacionais as medidas máximas são 110m de comprimento por 75m de largura e mínimas, 100m por 64m de largura. O campo é dividido ao meio por uma linha transversal, no centro da qual é desenhado um círculo com raio de 9,15m, de onde se dá a saída, no início de cada tempo de jogo ou sempre após a marcação de um gol. As balizas, eqüidistantes dos extremos das linhas de largura, são formadas por duas traves verticais, cujas faces internas estão separadas 7,32m uma da outra e unidas por um travessão horizontal a 2,44m do solo. As traves e o travessão, com no máximo 12cm de espessura, sustentam a rede do lado de fora do campo.

Em frente às balizas, há duas áreas. A pequena, ou do goleiro, dista 5,5m das traves (para os lados e para a frente) e serve para a cobrança do tiro de meta sempre que a bola ultrapassa a linha de fundo, depois de ter sido tocada por um jogador da equipe atacante. Na grande área, cujo limite é desenhado a 16,5m das traves, as infrações cometidas pelos jogadores do time defensor são punidas com o pênalti, cuja cobrança é executada por tiro livre direto, a 11m do gol. Fora da grande área é desenhado um arco de circunferência, chamado meia-lua, com 9,15m de raio e centro no ponto de cobrança de pênalti.

As extremidades da linha central e os vértices das laterais são marcados com bandeiras. Desses vértices são cobrados os escanteios, sempre que a bola é lançada pela linha de fundo após o toque de um jogador da equipe defensora.

Bola. Esférica e coberta de couro, ou outro material adequado, a bola deve ter de 68 a 71cm de circunferência e pesar de 396 a 453g. A pressão a ela aplicada é de um quilograma por centímetro quadrado, ao nível do mar. Proíbe-se aos jogadores usar as mãos para impulsionar a bola, a não ser o goleiro, dentro do limite da grande área, ou qualquer outro atleta na cobrança do arremesso lateral.

Árbitro. A única autoridade reconhecida durante a partida é o árbitro, que recebe o auxílio de dois juízes de linha (bandeirinhas). A ele cabe a vistoria do gramado e das condições de segurança do estádio; a aplicação das regras e a solução de lances duvidosos; a cronometragem do jogo; a punição de jogadores; a interrupção e o reinício da partida quando julgar necessário; e a anotação das ocorrências. Os juízes de linha assinalam quando a bola sai de jogo e se deve ser cobrado escanteio, tiro de meta ou lateral.

Impedimento. Será considerado impedido o jogador que ao receber um lançamento de um companheiro no campo de ataque, esteja mais próximo da linha de fundo que o penúltimo jogador adversário.

Bola fora de jogo. Considera-se que a bola está fora de jogo quando ela atravessa inteiramente as linhas laterais ou de fundo, quando se marca um gol ou quando o juiz interrompe a partida por qualquer motivo. A reposição de bola pode ser feita por meio de tiro livre (após uma infração), arremesso lateral, tiro de meta, escanteio ou bola ao chão.

Infrações. São punidas com tiro livre direto as faltas contra o adversário e o toque de mão ou braço na bola. O tiro livre indireto é cobrado após as obstruções, jogadas que o juiz considere perigosas ou no tranco ilícito sobre o goleiro. O jogador que reincide em faltas violentas, comete indisciplina ou desrespeito é expulso de campo. Na cobrança de faltas nenhum jogador adversário pode estar a menos de 9,15m da bola, que somente entrará em jogo depois de percorrer uma distância igual à sua circunferência.


Fundamentos do futebol


Podemos dividir os fundamentos técnicos em dois tipos de ações:

A) movimentos sem bola (corrida com mudança, saltos, giros, etc.);

B) movimentos com bola (recepção, passe, chute, etc.).

De acordo com essa divisão, pretendemos desenvolver aqui somente as técnicas básicas do futebol pertencentes ao grupo b (movimentos com bola), executando as ações específicas desenvolvidas pelos jogadores que ocupam a posição de goleiro.

Para uma melhor prática do futebol, faz-se necessário o conhecimento e domínio de algumas técnicas básicas, tais como: condução, passe, chute, drible ou finta, recepção, cabeceio e arremesso lateral.

O cabeceio e o arremesso lateral serão abordados como elementos pertencentes a outros fundamentos técnicos, ou seja, o arremesso lateral seria considerado uma forma de passe, e o cabeceio, dentro dos demais fundamentos. As técnicas serão abordadas na seguinte seqüência: definição e conceituação do termo, descrição da técnica e as possíveis variações e formas.

Condução. É o ato de deslocar-se pelos espaços possíveis do jogo, tendo consigo o passe de bola.

Técnica de condução de bola:

a) posicionar o corpo e movimentá-lo de maneira a facilitar o tipo de condução desejada;

b) manter a bola numa distancia que facilite a seqüência da condução, bem como as variações necessárias de acordo com exigência da situação;

c) utilizar o tipo de toque adequado à situação;

d) postura adequada à movimentação, com o centro de gravidade um pouco mais baixo, quando necessário um melhor domínio e mais alto, quando conduzir em alta velocidade;

e) distribuir a atenção na bola, no espaço e nos demais jogadores.


Passe. É um elemento técnico inerente ao fundamento chute, que se caracteriza pelo ato de impulsionar a bola para um companheiro.

Técnica do passe:

a) posicionamento do corpo de maneira favorável a sua execução;

b) pé de apoio ao lado (atrás ou à frente) da bola;

c) projeção da perna (membro inferior direito ou esquerdo) a ser utilizada em direção à bola;

d) toque propriamente dito (durante a execução do movimento, o braço ajuda no coordenação e equilíbrio).

Chute. É o ato de golpear a bola, desviando ou dando trajetória à mesma, estando ela parada ou em movimento.

Técnica do chute: É semelhante à técnica do passe, sendo o objetivo das ações sua grande diferença. O chute tem como objetivo finalizar uma ação para o gol ou impedir o prosseguimento das ações do adversário.

Drible ou finta. É o ato que o jogador, estando ou não em posse da bola, tenta ludibriar o seu adversário.

O drible, de acordo com a sua origem inglesa (dribbling), seria a progressão com a bola. Entretanto, no cotidiano do futebol, o drible é entendido como a forma de ludibriar o adversário. O termo correto para a ação de desvencilhar-se de um adversário seria finta, mas, como a palavra drible tornou-se muito utilizada neste sentido, consideraremos os dois como sinônimos.

Técnica do drible ou finta:

a) posicionar o corpo de maneira favorável ao drible (ou finta) desejado;

b) manter a bola próxima ao corpo e o centro de gravidade baixo, permitindo assim um melhor domínio sobre a mesma;

c) utilizar o tipo de toque e movimentação adequados ao drible desejado, de acordo com a situação;

d) na execução do drible, a atenção é dirigida para a movimentação do adversário para o espaço e para a bola.

Recepção. Se o aluno não consegue Ter a posse da bola quando tenta interromper a trajetória da mesma, dizemos que houve uma má recepção. Este mesmo fundamento aparece na literatura como os seguintes sinônimos: abafamento, amortecimento, travar ou dominar a bola.

Lembre-se que, cotidianamente, o domínio de bola é entendido como recepção. Entretanto, consideramos que o domínio ou controle da bola expressam um nível de referencia quanto ao “desenvolvimento” das capacidades coordenativas de condução e adaptação do movimento, sendo que o domínio pode manifestar-se com mais evidencia na técnicas de condução, recepção e drible.

Técnicas da recepção:

a) posicionamento do corpo de maneira favorável a recepção, com a parte do corpo a realizar o contato voltada par a bola;

b) ao aproximar-se da bola, amortecê-la, tentando inicialmente, diminuir a sua velocidade;

c) manter a bola próxima ao corpo, favorecendo assim, o seu domínio.

Cabeceio. É o ato de impulsionar a bola utilizando a cabeça.

Esse gesto técnico é bastante utilizado durante o jogo e pode ser aplicado, tanto para ações ofensivas como defensivas. O cabeceio apresenta-se como uma das alternativas para a realização de outros fundamentos, tais como: passe, chute, recepção, etc.

O cabeceio poderá ser executado parado ou em movimento, estando ou não em suspensão. Aconselha-se principalmente, o uso da testa como a região da cabeça que irá realizar o contato com a bola. Existem duas posições básicas do tronco em relação à bola, no momento da execução do gesto técnico: frontal ou lateral.

Aspectos físicos do futebol


Antes de 1880 não havia um sistema de jogo, ou seja, uma distribuição organizada dos jogadores para o desempenho das diversas funções de ataque e defesa. As equipes eram formadas por um goleiro e dez atacantes. O primeiro sistema, que ficou conhecido como "formação clássica" e persistiu até 1925, era formado por um goleiro, dois zagueiros, três médios e cinco atacantes. Com a mudança na lei de impedimento -- que passou a dar condição de jogo ao atacante que tivesse dois jogadores, e não três, a sua frente -- as equipes tornaram-se mais ofensivas. Herbert Chapman, treinador do Arsenal de Londres, lançou então um novo sistema, o WM ortodoxo (nome dado pela semelhança da distribuição dos jogadores com as duas letras do alfabeto), com mais um jogador recuado para atuar na defesa -- o centro médio ou cabeça-de-área -- e os dois meias também recuados para ajudar os outros médios (laterais direito e esquerdo).

Passou-se a discutir a formação inicial de Chapman, um sistema estático, em setores delimitados, que tornava o futebol muito defensivo e dificultava a atuação individual dos jogadores. Surgiu, então, o WM clássico, que alternava o posicionamento entre os médios e os meias de acordo com a necessidade defensiva ou ofensiva. Caía, com essa inovação, a teoria de que os médios não poderiam ultrapassar a linha do meio de campo, nem os meias recuar.

No Brasil, na década de 1940, uma adaptação do WM feita pelo técnico Flávio Costa, então no Vasco da Gama, ficou conhecida como diagonal, porque a posição dos meias e dos laterais formava um trapézio e não um quadrado. O meia-esquerda, mais avançado, passou a ser chamado ponta-de-lança, e o meia-direita, armador. O ataque era integrado pelo centro-avante, o ponta-direita e o ponta-esquerda. Vários outros sistemas apareceram ainda: "ferrolho suíço", "beton francês", "turbilhão", "carrossel" e "4-2-4". Este último foi o que conseguiu um maior equilíbrio entre ataque e defesa. O "4-2-4" praticamente padronizou-se em certa época no futebol brasileiro e foi com ele que o Brasil conquistou a Copa do Mundo de 1958.

Paralelamente à evolução do futebol, novos sistemas foram surgindo e o "4-2-4" transformou-se no "4-3-3". Até por volta de 1990 dominou um "3-5-2", que na Copa de 1994 deu lugar ao "4-4-2". O extremo cuidado com o preparo físico dos atletas permitiu grandes inovações táticas. Na base de tudo está o princípio de que, ao invés de ater-se a posições fixas, o jogador deve exercer um maior número de missões, atacando, armando e defendendo em estreita cooperação com os companheiros de equipe.

Boa Sorte.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Transito

É impressionante a quantidade de veículos circulando em Porto Velho. Por mais que você acorde cedo pra evitar o trânsito louco mais complicado vai ficando.
Ha dois anos atras voce levantava as 7.00 hs e as 8. hs já estava no trabalho. Agora se você não sair de casa as 6.30 não chega as 8.00 no seu trabalho.
Esta uma loucura.
A todo instante tem acidente envolvendo carro com carro; carro com moto; moto com moto.
É um querendo passar por cima do outro. Não se tem respeito pelo outro.
Hoje escapei por milagre de morrer juntamente com meu filho acaminho da escola.
O cara me viu e meteu o carro e ainda me disse "ti vira".
Pouco mais tarde por onde eu passava tinha acidente feio, todo por imprudencia.
Coisa de louco mesmo.