quinta-feira, 21 de novembro de 2019

CBF SOCIAL







































JOGO SEM PROTESTO


JOGO SEM PROTESTO

O gosto pelo futebol começa com a maneira como você aprende a jogar desde a infância. Esse aprendizado é cheio de valores morais que são adquiridos não apenas em campo, mas também fora dele. A obrigação dos treinadores é garantir que esses valores sejam capturados de maneira atraente. Os princípios e regras que regem o futebol vão além das regras do jogo e das questões disciplinares. O desempenho de todas as pessoas envolvidas no futebol também está sujeito a prosseguir com ética, respeito, honestidade e integridade, tanto em sua vida profissional quanto pessoal. Todas as pessoas que dedicam seu tempo ao futebol, devem estar cientes da importância do trabalho e da responsabilidade que ele implica. A imagem que cada pessoa (treinador) de futebol deve mostrar para crianças e jovens serem consistente com os princípios de honestidade e espírito esportivo.
O futebol é um esporte em que se busca a vitória, mas essa ilusão só se torna realidade com base no esforço, disciplina e decisão, valores que brilham apenas quando a honestidade prevalece. Sem um adversário digno, não há competição, sem competição, não haveria futebol. Entendemos o futebol como um esporte de alta velocidade, onde a emoção está sempre atualizada, mas essa emoção pode ser transformada em insultos ou protestos e, na pior das hipóteses, em violência física. O respeito pelo árbitro e pelo adversário deve fazer parte do jogo. O árbitro é imparcial e objetivo, e pode estar errado, faz parte do futebol. Você tem o direito de cometer a mesma quantidade de erros que jogadores e treinadores cometem.
CÓDIGOS DE CONDUTA
No período de iniciação esportiva, o comportamento do treinador exerce uma enorme influência sobre o comportamento de seus jogadores, esses comportamentos no jogo e seus adversário teriam que ser configurados como um modelo duradouro a ser seguido. No entanto, no futebol de base, poucos são os exemplos que vemos sobre a transmissão de valores de treinador. Nessas etapas, o treinador nem sempre se comporta como um verdadeiro educador, muitas vezes revelando comportamentos agressivos com árbitros, adversários e até com os jogadores.
O ensino do espírito esportivo no futebol exige que os agentes envolvidos, pais e treinadores e gerentes esportivos, o uso ordenado das habilidades educacionais. Portanto, para se tornar um elemento educacional, devemos fornecer a todas as pessoas que atuam como modelos, estratégias, valores e habilidades que beneficiam os atletas, com o objetivo de evitar possíveis comportamentos antidesportivos, incentivando o esporte. Para que o futebol seja educativo, os agentes envolvidos (treinadores) devem ter vários critérios claros: o mais importante não é vencer, mas jogar bem e se divertir, o adversário é nosso parceiro de jogo, existem regras que devem ser respeitadas, pois garantem a convivência e, perder na competição não diminui nosso valor como atletas. Mudanças de valores e atitudes ocorrerão mais facilmente se forem planejadas pelos treinadores de maneira natural nos treinamentos, pois desenvolveremos em ambientes atraentes, emocionantes e divertidos para jovens. Além disso, devemos ter em mente que o futebol é uma atividade de integração social, que permite o enriquecimento social do atleta e está intimamente relacionado ao comportamento da criança, pois promove laços de amizade e o intercâmbio entre diferentes lugares e culturas, além de assistir aos jogos como torcedores, eles servem de modelo e exemplo para as gerações futuras e têm o compromisso ético de assumir voluntariamente o futebol educacional. O desenvolvimento da criança é uma consequência da modelagem e reforço do treinador, dentro de um amplo processo formativo. Comportamentos são ações que são aprendidas através da interação com o educador. Trabalharemos sobre qual é o comportamento correto e o que não é, modelando o desenvolvimento da criança como resultado de sua experiência e relacionamento com o meio ambiente.
PARA QUE SERVE PROTESTAR O ÁRBITRO?
É praticamente impossível jogar sem protestar. Os protestos são realizados na escola, na rua e no campo, as discussões são outro elemento do esporte, tentando condicionar as decisões do árbitro ou desestabilizar o adversário. O protesto é uma arma carregada de trapaça que as equipes fazem mau uso. Há muitas ocasiões em que a equipe para a qual eles apontaram uma falta contra o árbitro insistentemente. Por essa sucessão de ações, na frente dos árbitros, as partidas são complicadas. Existem jogadores muito complicados que se dedicam a endurecer o jogo e quando o árbitro começa a duvidar, ele se aproxima dele para contestar suas decisões. Todo mundo vê algo diferente do que o árbitro decidiu. Tudo isso é aprendido desde a infância. Nós vemos isso também feito para profissionais na televisão, é normal. Ocorre em todas as competições e é transmitido ao futebol de base. A imagem mais comum é a do árbitro que separa os jogadores, quando cercados e assediados pela equipe afetada, por tomar qualquer decisão com a qual não estejam satisfeitos. Muitos são os times, jogadores e treinadores, que prejudicam o desempenho de seu time protestando contra o árbitro, discutindo com o adversário, com raiva e desperdiçando tempo que não leva a lugar algum. Esse tipo de equipe, jogador e treinador não está interessado em um bom futebol: jogadores e treinadores que não são favorecidos pelo jogo e o resultado tende a culpar os árbitros, rivais ou problemas fora do jogo por seus próprios erros. Existem jogadores que depositaram no árbitro o peso do resultado da partida quando perdem. Muitos deles acham mais confortável falar sobre os erros de outras pessoas do que os seus. Um jogador de futebol deve estar acima do conforto que culpa os outros por seus males esportivos. A única coisa que causa protestos e reivindicações dos jogadores são repreensões ou expulsões, levando a equipe a jogar com menos colegas de equipe, gastando energia em ações que não levam a lugar algum. Se agirmos com protestos e insultos, desrespeitamos o clube e o resto do grupo, criando uma imagem ruim. E, além disso, é muito estranho que o árbitro reverta a decisão que tomou. Às vezes, alguns jogadores usam os protestos como forma de se defenderem da atitude de alguns árbitros que resolvem suas dúvidas favorecendo o protesto, tratando melhor as más maneiras, algo incompreensível porque, em teoria, deveria ser o contrário. É importante conscientizar o grupo sobre o que os protestos estão prejudicando; é essencial trabalhar nos padrões de comportamento do clube, onde essas ações são penalizadas. Se tivermos consciência de que precisamos evitá-los, a equipe vencerá ao longo da temporada, e não apenas no que diz respeito à classificação. Se o time jogar concentrado e executar as tarefas treinadas durante a semana da partida, terá muito mais chances de sucesso.  Uma das tarefas do técnico para evitar esses problemas pode ser, terminada a partida, se concentrar nos erros que a equipe cometeu na frente do árbitro, lembrar os jogadores das ações em que não foram bem-sucedidos, procurar alguns minutos de tranquilidade para refletir e tentar corrigir esses erros para o próximo jogo. Se os passes falharem e as chances de marcar, neste caso, deixaríamos para o próximo treinamento, agora nos preocuparíamos em definir atitudes comportamentais.
O AUTO-CONTROLE DO JOGADOR
A punição é uma consequência que o adulto pode aplicar à criança na esperança de que ela não volte a ter um comportamento negativo. O treinador pode aplicar a punição, mas certamente ele terá que fazer outra coisa para ajudar o jogador a aprender como controlar seus impulsos negativos. O mais eficaz nesses casos é ajudar o jogador a traçar um novo caminho, entre seus pensamentos, emoções e comportamentos. Estabelecer um novo mecanismo ou maneira de atuar. O ideal é trabalhar em conjunto a mudança de atitude e o controle do comportamento, mas avaliar qual estratégia escolher ou em que ordem usá-la, levando em consideração o perfil do jogador com quem trabalhamos e dependendo dos prazos estabelecidos para alcançar essas mudanças. O trabalho do jogador profissional de futebol é muito importante. Deve estar ciente de que, no papel que desempenha como atleta de elite, é uma figura pública e, portanto, tem uma responsabilidade especial.
Tanto na vida privada quanto na vida pública, ele é considerado um modelo. Portanto, deverá se esforçar para ser um modelo positivo em todas as áreas. Sua conduta determinará a imagem e a reputação, positiva ou negativa, do clube, em particular, e do futebol em geral. As estrelas do futebol devem entender que seu comportamento é um exemplo a ser seguido por crianças e jovens que sonham em seguir seus passos.
Alguns jogadores provocam situações que vão contra seus próprios interesses e, é claro, as instituições que representam. Se é muito ruim que essas coisas aconteçam dentro e fora de qualquer terreno de jogo profissional, amador ou infantil, é pior ouvir as justificativas que falam de tensão, caráter, temperamento e jogo de homens. Vamos lutar contra as desculpas dos dirigentes, treinadores, jogadores e comentaristas sobre as atitudes antidesportivas dos jogadores profissionais de futebol dentro e fora do campo. Vamos encarar aqueles que defendem que, no futebol, trapacear é uma coisa inteligente, que, sendo um jogo de contato, brigas podem ser geradas com o adversário e que o importante é vencer, não vamos aceitar tudo isso. Existem coisas indefensáveis e injustificáveis que merecem soluções que parecem sem precedentes. Federações, clubes, pais e treinadores, temos a responsabilidade de agir e nos comprometer a não se repetir. Basta de proteger e desculpar o jogador de futebol mal educado, vamos ensiná-lo a jogar sem trapaça ou protestos, para torná-lo um bom jogador de futebol.

Planejamento anual de um time de futebol juvenil.


Planejamento anual de um time de futebol juvenil 7

Introdução

Ao longo desta série de artigos, queremos mostrar uma abordagem diferente no desenho de um planejamento anual para um time de futebol juvenil.
Nosso planejamento é baseado na essência do jogo e nas diferentes fases significativas que podemos identificar nele. Portanto, é a própria lógica interna do jogo que define os padrões para uma estruturação relevante dos objetivos estipulados para a temporada. As fases do jogo que identificamos e com relação às quais esse planejamento gira são:
A fase de iniciação.
A fase de construção.
A fase de finalização.
 
Nosso planejamento de tipo é projetado para uma temporada de 10 meses, que responde a 10 mesociclos. Cada mesociclo possui quatro microciclos, que incluem 2 sessões de treinamento e uma partida.
Técnica individual:

Ofensiva:
Melhore o controle e o domínio da bola.
Melhorar acerto (passes e arremessos).

Defensiva:
Interceptação, liberação, entrada ...
Aspecto individual do jogo coletivo:  

Ofensivo:
Com bola:
Conheça as possibilidades de atuar como jogador com a bola na situação 1X1 que são:
Mantenha / proteja a bola.
Progresso com a bola.
Tendo em conta:
A situação da bola em relação ao gol
A situação de pares e adversários

Sem bola:
Desmarque suporte e quebre.
Ajuda defensiva ao seu parceiro com a bola (cobertura ofensiva).

Defensivo: 
Antes do adversário com bola:
Impedir sua ação ofensiva (quando temos uma vantagem)
Controlar, cronometrar, atrasar a ação (com uma certa desvantagem)
Pegue a bola.

Antes de um oponente sem bola:
Determine o passe para o jogador com a bola. (triângulo de eficácia defensiva).
Marcação
Relógio defensivo
Ajuda defensiva para um companheiro contra um adversário com uma bola.
Intercepte o passe, caso ocorra.
Jogo coletivo: 

Jogo ofensivo:
Desenvolva o ataque posicional em amplitude e profundidade.
Uso do passe curto e médio.
Iniciação ao sistema 1: 3: 3.
Definir funções cada linha e cada posição em cada linha.
Manter a organização ofensiva, tanto no ataque combinatório quanto no contra-ataque (evite o jogo direto).

Fase defensiva:
Aprenda a se posicionar em retirada, uma vez perdida a posse da bola.
A primeira linha de contenção e pressão para roubar a bola e a segunda linha de cobertura.
Aprenda a fazer auxílios entre jogadores da mesma linha.
Iniciação no modelo de marcação de zona.

Objetivos condicionais:

Resistência: Não é uma fase adequada para o desenvolvimento dessa capacidade.
Velocidade: estágio básico para o desenvolvimento dessa capacidade.
Força: Execute um trabalho de arrastar, empurrar e carregar automaticamente.
Flexibilidade: trabalhe a flexibilidade geral e específica do futebol.
O sistema que propomos é 1-3-3. Este sistema de jogo possui 2 linhas, de modo que se assemelha aos sistemas usados no futebol aos 5 anos. Mais tarde, podemos variar e usar sistemas de jogo de 3 linhas, como 1-2-2-2, 1-3-2 -1,1-2-3, etc. Dessa forma, abordamos os sistemas de jogos de futebol às 11.

Esse sistema nos permite diferenciar e ocupar os três corredores (2 laterais e 1 central), ajudando a criança a perceber o conceito de jogar em profundidade e não apenas em profundidade.

Todos os jogadores devem experimentar todas as funções, ocupar todas as posições. Desta forma, a não especialização dos jogadores produzirá um enriquecimento motor e um desenvolvimento da inteligência do jogo fundamental nessas idades. 

É necessário realizar abordagens táticas e estratégicas que norteiem nossas ações. Não devemos jogar de forma alguma para vencer. FORMAR é mais importante do que ganhar.

Devemos alternar ordens táticos e estratégicos para enriquecer a bagagem tático-estratégica dos jogadores: retirada, pressão na saída da bola, marcação de zona, marcação individual, etc.


É importante PLANEJAR E PERIODIZAR para aumentar a qualidade do treinamento. Improvisação é um erro grave que pode levar a uma preparação inadequada de nossos jogadores.

Os jogadores são a pedra angular do planejamento da temporada e da organização das sessões. Devemos submeter o planejamento às necessidades dos jogadores e às circunstâncias que cercam a sessão de treinamento. O planejamento é um plano e, como tal, pode variar e se adaptar ao momento atual.

Estamos no estágio básico para o desenvolvimento da VELOSIDADE. Devemos dedicar todos os dias através de jogos ou outro trabalho dinâmico.

O tempo da lição de casa é uma referência. O treinador deve adaptá-lo às características do seu grupo e às necessidades do grupo.

As dimensões do campo em jogos reduzidos são indicativas. É necessário adaptá-lo às características de nossos jogadores. Dependendo do nível do grupo, aumentaremos ou reduziremos as dimensões do campo.

Aquecimento: (20 min)
O aquecimento pode ser dividido em 3 partes:
Aumento da temperatura: Jogos para iniciar a atividade física que desenvolveremos durante a sessão.
Jogo de velocidade: Diferentes tipos de jogos em que o protagonista é o trabalho da velocidade (cortar o fio, 4 contra o mundo, pegar)
Técnica individual: exercícios voltados para a técnica individual, orientados para os objetivos propostos para esse mesociclo.

Parte principal: (50 min)
Exercício 1
Exercício 2
Partida de futebol 7: Consideramos necessária a presença de uma partida no final da sessão, pois podemos ver se o que foi feito durante a sessão se manifesta e é um estímulo para os jogadores.

Volta à calma: (5 min)
Alongamento: Comece a alongar.
Proposta de rotina de alongamento e trabalho de flexibilidade geral e específica do futebol.
Coleta de materiais

MESOCICLO
FASE
JANEIRO
INICIAÇÃO
FEVEREIRO
CONSTRUÇÃO
MARÇO
FINALIZAÇÃO
ABRIL
INICIAÇÃO
MAIO
CONSTRUÇÃO
JUNHO
FINALIZAÇÃO
JULHO
INICIAÇÃO+CONSTRUÇÃO
AGOSTO
CONSTRUÇÃO
SETEMBRO
CONSTRUÇÃO+FINALIZAÇÃO
OUTUBRO
FINALIZAÇÃO


Fase: Iniciação

Objetivos:
Técnica individual:
Melhore a condução
Melhore o passe.
Melhore o controle.

Aspecto individual do jogo coletivo:
Mantenha / proteja a bola.
Progresso com a bola.
Desmarque de apoio ou interrompa.

Jogo coletivo:
Desenvolva o ataque posicional em amplitude e profundidade.
Desenvolver o uso do passe curto e médio.

Condicional:
Velocidade.

Microciclos:
1 INICIAÇÃO.
2 INICIAÇÃO.
3 INICIAÇÃO.
4 INICIAÇÃO
Microciclo 1. Dia 1
Exercício 1: "Posse da bola em superioridade"
Tempo: 20 min
Material: bola, cogumelos, coletes.
Nº jogadores: 10 (6X4)
Dimensões do campo: 25X25
Descrição: obtenha 10 passes seguidos.
O objetivo do jogo é manter a posse da bola em superioridade numérica. Varie as equipes a cada 5 minutos.




Exercício 2: “Combine com o início do jogo em um chute de gol em superioridade”
Tempo: 20 min
Material: 1 gol, bola, cogumelos, coletes.
Número de jogadores: 11 (6 1X4)  do campo: ½ campo de futebol 7
Descrição: O início de cada posse é sempre um pontapé inicial. A equipe de superioridade tem como objetivo passar a linha do meio-campo dirigindo a bola.
Após qualquer interrupção na qual a bola sai ou termina no gol, ela recomeça em jogo com um chute de gol.


Exercício 1: "Jogo quadrado"
Tempo: 15 min (2X5X1'30 ").
Material: bola, cogumelos, coletes.
Nº de jogadores: 4 (3X1)
Dimensões do campo: 5X5
Descrição: Dividimos o campo em 4 zonas iguais. Os jogadores ocupam 3 zonas, portanto 1 é sempre gratuito. Você só pode passar o player localizado nas áreas adjacentes, nunca na diagonal. O objetivo é a mobilidade contínua dos jogadores que procuram e criam linhas de passe para receber a bola.



Exercício 2: “Combine com o início do jogo em um chute de gol em superioridade”
Tempo: 25 min (10 15); Material: 1 gol, bola, cogumelos, coletes.
Número de jogadores: 11 (6 1X4)
Dimensões do campo: ½ campo de futebol 7
Descrição: Conceitos táticos básicos para o início da jogada após o pontapé inicial no sistema 1-3-3.
Movimentos centrais.
Movimentos laterais.
Movimentos do centro do meio.
Movimentos das extremidades.
Realizaremos o exercício, seguindo a seguinte progressão:
Sem bola
Sem oposição
Com oposição.
O objetivo é passar a linha do meio-campo em posse da bola.
Após qualquer interrupção na qual a bola sai ou termina no gol, ela recomeça em jogo com um chute de gol.


Exercício 1: "Jogo de posse com apoio nas laterais do campo"
Tempo: 6X3 min (20 min); Material: bola, cogumelos, coletes.
Nº jogadores: 8 (6X2)
Dimensões do campo: 12X12
Descrição: Jogo de posse de bola em superioridade 6X2.
O objetivo é fazer 10 passes sem roubar a equipe adversária. Adereços externos terão no máximo dois toques, enquanto no interior não há limite de toques.
O suporte externo não pode passar um pelo outro, eles devem receber e passar jogadores de dentro do campo.



Exercício 2: "Combine com o início do jogo no chute e saia pelas bandas com superioridade"
Tempo: 20 min; Material: 1 gol, bola, cogumelos, babadores.
Número de jogadores: 11 (6 1X4)
Dimensões do campo: ½ campo de futebol 7
Descrição: Conceitos táticos básicos para o início da jogada após o pontapé inicial no sistema 1-3-3.
Movimentos centrais.
Movimentos laterais.
Movimentos do centro do meio.
Movimentos das extremidades.
O objetivo é fazer com que a bola seja jogada pelas bandas. Um jogador da equipe deve passar dirigindo a bola por dois gols localizados nas laterais do campo.
Após qualquer interrupção na qual a bola sai ou termina no gol, o jogo é retomado com um chute de gol.



Exercício 1: “Jogo de posse superior com troca de papéis”
Tempo: 15 min; Material: bola, cogumelos, coletes (2 cores).
Nº jogadores: 12 (equipes 4X3)
Dimensões do campo: 30X20
Descrição: Jogo de posse de bola em superioridade 8X4
O objetivo do jogo é manter a posse da bola sem que a equipe adversária a roube.
Duas equipes mantêm a posse, enquanto outra tenta roubar. Quando um time rouba o time ao qual o jogador que perdeu a bola pertence, ele trocará o papel e será responsável por recuperar a posse da bola.
Todos os jogadores devem desempenhar os diferentes papéis do jogo.



Exercício 2: “Combine com o início do jogo no pontapé de saída e saia pelas bandas com superioridade do time que possui a bola”
Tempo: 25 min
Material: 1 gol, bola, chapéu chinês e coletes.
Nº jogadores: 11 (5 curinga 1X5)
Dimensões do campo: ½ campo de futebol 7
Descrição: Conceitos táticos básicos para o início da jogada após um chute no gol no sistema 1-3-3.
O objetivo é fazer com que a bola seja jogada pelas bandas. Um jogador da equipe deve passar conduzindo a bola por dois gols localizados nas laterais do campo. 
A equipe adversária deve tentar roubar e finalizar a jogada no gol.
Após qualquer interrupção na qual a bola sai ou termina no gol, ela recomeça em jogo com um chute de gol.



TRADUÇÃO: PROFESSOR OCIMAR ESTEVES (69) 98437.0829