sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Exercitar-se em Jejum.


 


 

 

Deixar de comer ou exercitar-se em jejum não devem ser opções para quem deseja emagrecer.

Ao contrário do que se pensa, é extremamente importante que o atleta se alimente de forma correta antes de iniciar uma atividade física. O corpo necessita de energia para o exercício, fornecida pelo consumo de carboidrato. Se o atleta se exercita em jejum, ocorre uma diminuição da taxa de açúcar no sangue, o que pode provocar tonturas, desmaios e mau humor. Além disso, é fundamental evitar alimentos laxativos, que produzam gases ou desconforto abdominal, como gordura e fritura.

O atleta que opta por se exercitar em jejum acaba por ficar com o apetite muito maior após o treino, já que acontece um desequilíbrio hormonal. Portanto, é importante combinar proteína com carboidrato para não haver perda muscular e melhorar o rendimento nos próximos treinos.

O ideal é se alimentar com frutas, aveia, pães integrais e cereais, lembrando que o café da manhã deve ser feito uma hora antes do treino. Se não for possível, tomar um suco de fruta ou algo leve é o mais indicado.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Fotos do Assentamento ao lado do Rondoniense

 Barracas do Assentamento.



 Ao fundo o campo de futebol do Rondoniense
Cerca que divide a comunidade e o Rondoniense.

RONDONIENSE APADRIANDO A COMUNIDADE


Estou trabalhando no Rondoniense Social Clube como Coordenador Geral do clube para organizar, administrar, planejar e fomentar a pratica do Futebol nas categorias de base, com um projeto encaminhado e aprovado no Ministério dos Esportes.

Recentemente a Prefeitura de Porto Velho assentou 180 famílias ao lado do Centro de Treinamento do Rondoniense.

Precisamos do apoio de vocês. Vejam o projeto.

Telefone para contato:

Professor Ocimar 8449-4822

Secretaria do clube Eliana 9233-7718.

RONDONIENSE APADRIANDO A COMUNIDADE

JUSTIFICATIVA:

Nós do Rondoniense estamos sensibilizados com nossos novos vizinhos.

Nos últimos três meses assentaram aproximadamente 180 famílias ao lado do nosso Centro de Treinamento.

Cada família em media com três (03) crianças ou adolescente de 03 a 17 anos.

Muitos em situações de riscos, oferecidas pela instabilidade familiar e a falta de apoio governamental.

Situações de riscos como: drogas, prostituições e outras criminalidades.

OBJETIVO:

O Rondoniense Social Clube resolveu driblar o tempo e fazer algo que possa ser um chute inicial para uma grande parceria.

Vamos passar a bola e jogar uma partida rumo a vitória com essas crianças e convidar parceiros que queiram abraçar a causa junto com nosso clube.

Neste projeto daremos as seguintes oportunidades para os alunos:

1° incentivo e acompanhamento escolar para os alunos/atletas

2° esporte e laser

3° palestras de motivação e organização.

Nesse jogo só quem perde é a criminalidade.

Queremos dar uma oportunidade para essas crianças conhecerem novos valores e quem sabe até descobriremos novos talentos no mundo da bola.

O projeto consiste em buscar padrinhos junto a sociedade de Porto Velho que possa ajudar o Rondoniense Social Clube a custear parte das despesas, com material esportivos (short, camisetas, bolas e salários de professores)  possibilitando que essas crianças e adolescentes  venha fazer aula de futebol no nosso centro de treinamento.

Nesta primeira fase o projeto terá duração de três meses (outubro, Novembro e Dezembro)  janeiro e fevereiro faremos a divulgação das metas alcançadas e retornaremos em março de 2014..

Custo:

Cada criança ou adolescente custará ao Rondoniense o valor de R$ 120,00 (Cento e Vinte reais) sendo: Inscrição no projeto R$ 50,00 (Cinquenta reais), R$ 70,00 (Setenta Reais ) de materiais com calção e camisa patronizada, bolas.

Aluno: BRUNO RAMOS PEREIRA

 Idade: 09 anos, mês: ________ano:__________

Nome do pai: JOSÉ DOMINGOS _________________________

Nome da mãe: ADRIANA RAMOS GOMES ______________

Endereço: RUA TULIPA__________________________________

Escola: MARCOS FREIRE serie 9° ANO, turno: VESP.

Altura:_________peso:___________

Padrinho:_______________________________________________________

Contato do padrinho:_____________________________

Exercícios Simples e Automassagem


 

 


 

 

Os músculos da região cervical, além de serem responsáveis por sustentar a cabeça, auxiliam na movimentação dos ombros e braços, e servem como acessórios na respiração.

No entanto, esse acúmulo de funções, mais o estresse do cotidiano, faz com que esses músculos sofram um desgaste maior, entrando em estado de sobrecarga e fadiga. O resultado são ombros pesados e dificuldade para movimentar o pescoço.

Na tentativa de minimizar a dor, as pessoas adotam pequenos vícios e alterações posturais, porém isso só contribui para aumentar a tensão na região. Essas dores no pescoço podem ser chamadas de cervicalgias mecânicas, e são causadas por lesões e traumas nos discos intervertebrais presentes na coluna cervical. Essas lesões são classificadas conforme a severidade: abaulamento discal, protusão de disco e hérnia de disco (hérnia discal).

Quando não há histórico de traumas ou lesões na região, alguns alongamentos e automassagens podem ser indicados para aliviar as dores no pescoço, como rodar a cabeça para o lado direito e em seguida incliná-la levemente para frente, fazendo leve pressão com a mão direita para alongar os músculos que ficam à esquerda do pescoço.
Já na automassagem, deve-se localizar o ponto dolorido e com a polpa dos dedos realizar pequenas pressões e movimentos circulares sobre o local para minimizar a dor.

 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Baile Uma Noite de Verão





















Saudosismo Portovelhense-Baile uma Noite de Verão

 Ocimar ,Vanda e Brito
 Ilmar, Chagas Neto e Alacão
 André, Angela, João Paulo,Tânia e....
 Ilmar e Paulo Kerner

 Nilton,Paulo Kerner, Trindade e Ocimar
 Vanda e Luciana
 Ocimar e Vanda
 Alarcão, Vanda e Ocimar
 Luciana, Vanda e Ocimar
 Brito, Frank, Luciana e Ocimar
 Brito, Frank e Ocimar
 Pista do Clube lotada.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Valores no Esporte


Valores no Esporte - o que estamos ensinando aos nossos atletas?

 

Até aonde vale ser um jogador reconhecido se não tem respeito pelo próximo ou não dá exemplos positivos?

 

Vinicius Concon*

 

Muitas vezes, no ambiente onde o dinheiro impera, os valores pessoais são deixados em segundo plano.
Como sabemos, a competitividade está presente em nossas vidas. Somos educados e criados em uma sociedade na qual o primeiro lugar é extremamente valorizado e o segundo lugar é motivo de insatisfação.
Se partirmos do pressuposto de que os resultados são decididos nos detalhes como, por exemplo, em um jogo de basquete, em que muitas vezes o resultado é decidido no último segundo, não há lógica em desvalorizarmos e criticarmos o segundo colocado, pois um ponto a mais ou um ponto a menos não define a qualidade de sua equipe.
Na vida é assim, estamos sempre à procura de mais. Muitos esquecem de seus valores, de sua origem, e fazem tudo o que estiver ao alcance para conquistar o tão sonhado primeiro lugar.
Não estamos dizendo que é errado se dedicar ao máximo para conquistar a vitória, mas é errado se torturar por ter lutado com todas as forças e não ter atingido o objetivo principal, se considerando ou sendo considerado pela maioria como um perdedor. Os valores estão sendo distorcidos desde a nossa infância e esse é um fator extremamente preocupante, apesar de ser oculto.
Ganhar não pode ser considerado o objetivo principal do processo de crescimento de um jovem atleta, mas sim educar um profissional competente e dedicado, onde a busca pela melhora é constante, sempre desenvolvendo os valores mais importantes na vida, como: o respeito, a humildade, o saber trabalhar em grupo, confiança, entre outros que determinarão a personalidade de cada um.
Um grande exemplo de perda de valores nesse processo são os jogadores de futebol. Veja bem: jogadores e não atletas. Infelizmente, nesse esporte o termo atleta está distorcido. Existem poucos que podem ser considerados atletas e, esses sim, independente de títulos ou de dinheiro, teriam de ser reconhecidos como verdadeiros craques, não só no esporte, mas na vida.
Se as crianças acompanhassem e seguissem esses exemplos positivos seria motivo de orgulho. Com o aumento da visibilidade e com salários inimagináveis, a profissão de jogador de futebol é um verdadeiro sonho para os pequenos. Porém, esses não crescem sabendo da realidade, em que o Brasil, considerado o país do futebol, tem em torno de 200 mil jogadores profissionais e menos de 5% desses ganham mais de dois salários mínimos.
Realmente, os números impressionam e o assunto é sério. Convivi nesse meio durante toda a minha adolescência e a realidade é difícil. Os garotos que ingressam na categoria de base de algum clube profissional se iludem de tal maneira que deixam os estudos completamente de lado, sem pensar na possibilidade de não darem certo. São alienados pelos valores que a mídia impõe e esquecem dos verdadeiros valores que fazem a diferença na vida.
A culpa é deles? De forma alguma, mas, sim de quem comanda essas categorias de base, dos considerados "professores", que colocam na cabeça desses jovens que o verdadeiro vencedor será aquele que se tornará profissional, e os outros serão apenas atletas frustrados.
Novamente, não quero generalizar. Existem profissionais que podem realmente ser considerados como professores e muitos clubes que têm um projeto que se preocupa com os seres humanos jovens que estão ali. Mas infelizmente são minoria no cenário nacional.
Fica a reflexão: até onde vale vencer no jogo se a comemoração é feita com bebidas, mulheres e festas sem limites? Até onde vale ser um jogador reconhecido se não tem respeito pelo próximo, fidelidade à sua esposa e exemplos positivos para seus filhos?
Até quando a mídia vai valorizar mais qual time foi campeão do torneio juvenil do que qual time tem o melhor projeto para educar futuros pais de família e grandes atletas?
Novamente, dou ênfase a esse termo, pois jogadores são muitos e atletas, infelizmente, são poucos.
*Membro do GEPEFF – Grupo de Estudo e Pesquisa em Futebol e Futsal – Metrocamp.

Asdericel - Panamericano