sexta-feira, 15 de novembro de 2019

CBF SOCIAL

Foi realizado nos dias 11 a 13 de novembro Um Seminário e uma seletiva do futebol |Feminino, com a presença a embaixadora do Futebol |Feminino a ex atleta Pretinha. O intuito era fazer uma seletiva e observação das garotas entre 9 a 19 anos. Muito Bom Mesmo.





O método global integrado e o método analítico no futebol


O método global integrado e o método analítico no futebol
Rodrigo Azevedo Leitão
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Ao longo de décadas, e virando o século, muitos pesquisadores vêm estudando o ensino e desenvolvimento das habilidades técnicas nos esportes coletivos.
O objetivo impulsionador da maior parte dos estudos sempre foi o de entender como alcançar com os treinamentos a maestria desportiva e como maximizar o desenvolvimento técnico específico de jogadores e equipes.
A percepção de que a repetição sistemática de gestos nos treinamentos, para melhorar as habilidades técnicas de jogo nos esportes coletivos, não correspondia necessariamente, sob o ponto de vista cognitivo e neuromotor, à repetição do real gesto solicitado durante uma situação de jogo, trouxe à tona, a necessidade de se entender como tratar do desenvolvimento das habilidades técnicas, de maneira a atender a manifestação motora específica exigida no jogo.
Em outras palavras, além do habitual treino de repetição de gestos técnicos (de passes, cabeceios, chutes, etc.), tornou-se necessário o desenvolvimento de treinos que dessem conta, de não mais repetir apenas gestos, mas sim repetir sistematicamente ações (ações de passes, ações de cabeceio, ações de finalizações).
Desta maneira, métodos de ensino e treinamento da técnica nos esportes coletivos tornaram-se objeto de estudos e de aplicação.
No futebol, dentre os métodos amplamente estudados e utilizados, destacaram-se principalmente os métodos “analítico” e “global”.
O método analítico, herdeiro especialmente das práticas empíricas, foi nos primórdios do treinamento técnico, o principal método empregado por equipes de futebol; das escolinhas, passando pelas categorias de base, até o profissional. No Brasil é o método de raízes mais profundas.
O método global, oriundo do redirecionamento dos olhares da ciência, à prática esportiva dos jogos coletivos, foi ganhando um grande corpo de conteúdos e de interessados, e passou a ser estudado e empregado em centros onde “construir o talento” passou a ser uma necessidade e uma resposta as dificuldades de se “encontrar o talento”. Na Espanha encontrou seu principal porto de desenvolvimento (não só no futebol, mas também no futsal, basquetebol, voleibol e handebol).
Hoje, na prática do futebol, o método analítico se caracteriza pela realização de exercícios técnicos, com repetição sistemática de gestos, que são fragmentados e retirados do contexto circunstancial-situacional de jogo.
O método global por sua vez, se caracteriza pela repetição sistemática das ações (balizada pela aleatoriedade e imprevisibilidade do jogo) em contexto de jogo, integrando ao desenvolvimento técnico, o desenvolvimento tático individual e coletivo, bem como o desenvolvimento físico (enfim, o desenvolvimento do jogar).
A Ciência não nega os feitos e benefícios do método analítico, afinal, especialmente no futebol, muitos problemas ao longo da história, foram sendo resolvidos através dele.
Há, porém, que se destacar que as soluções dadas pelo método analítico deixaram lacunas, que até certo ponto, frearam o desenvolvimento dos jogadores. Isso gerou novas perguntas (novos problemas), que não poderiam ser respondidas com as mesmas respostas.
Infelizmente, muitos dos “gestores maiores” nos clubes de futebol (nas categorias menores ou no profissional), aqueles que tem poder de decisão para mudar o rumo das coisas, viveram uma época de aprendizagem em que a lição formal era dada pelo método analítico (sem se dar conta, muitas vezes, de que a lição que realmente lhe valeu frutos foi ensinada nas ruas, nas peladas das periferias, de um “jeito global”, que não era método).

Transição Defensiva: o que é, suas intenções e o seu atual sinônimo


Transição Defensiva: o que é, suas intenções e o seu atual sinônimo
Caio Gondo.
De uns anos pra cá, a expressão “os times de tal técnico se caracteriza pelas transições”. Oras mas o que seriam essas transições? Elas são as fases de jogo transição ofensiva e transição defensiva. Nessas últimas semanas, a transição ofensiva foi dissecada e mostrada as suas maneiras (curta e longa) e temporizações (rápida e lenta) e, agora, chegou o momento de finalmente termos a completa compreensão do que a expressão inicial quis dizer com essa publicação com a “tradução” do que seria a transição defensiva.



Volante está na esquerda, e o lateral-esquerdo está no centro? Ah, o time está desorganizado!

Ao ver uma situação como a de cima, algumas pessoas têm a mesma conclusão que escrevi abaixo da imagem. Outras, porém, veem como um momento antes da organização defensiva em que o volante está atrapalhando o ataque adversário para que o seu time tenha tempo para se recompor defensivamente. Pois é, a contextualização e a compreensão do todo são essenciais para se analisar algo taticamente.
Uma das partes da intenção da transição defensiva é o segundo pensamento acima (o um momento antes da organização defensiva em que o volante está atrapalhando o ataque adversário para que o seu time tenha tempo para se recompuser defensivamente), enquanto que a outra é recuperar a bola. Ao recuperar a bola, a equipe que estava começando a se defender passa a começar a atacar. Mas, afinal, o que seria a transição defensiva?
A transição defensiva é a fase de jogo entre a ação ofensiva e a defensiva. Ela se caracteriza após a perda da bola em ação ofensiva, e os segundos em que o time que está sem a bola demora em se reorganizar defensivamente.






Transição defensiva é a fase entre a ação ofensiva e a ação defensiva.
Nota do autor: para ficar ainda mais claro quando e como se caracteriza as fases de ação ofensiva e ação defensiva, clique nestes links para visualizar os resumos (link da ação ofensiva e e da defensiva).
Como as intenções da transição defensiva são desarmar o adversário e/ou retardar o contra-ataque adversário, há algumas maneiras para fazê-las e quase todas elas já foram “traduzidas” por aqui. Para desarmar o adversário, a pressão no adversário é fundamental. Além disso, para aumentar as chances de desarme, o pressing é utilizado (sobre pressão no adversário e pressing, veja aqui).






Aqui, Felipe e Ytalo pressionam juntos o adversário com a bola, após perder a bola. Como é dois contra um, é pressing!
Como há pressão no adversário com a bola, pode-se acontecer o desarme ou, simplesmente, atrasar o contra-ataque adversário. Nesse último caso, enquanto há algum ou alguns jogadores não desarmando o adversário, outros jogadores estão retornando para que o posicionamento defensivo da equipe apareça.




Na imagem acima, enquanto Edson, Giovanni e Cícero pressionam o adversário com a bola, Wellington Silva e Diego Souza estão tendo tempo para se recompor defensivamente.





O mesmo time que estava realizando o pressing acima está organizado aqui. Veja como é completamente diferente as duas situações e, por isso, estão “enquadradas” em fases de jogo diferentes: a primeira é na transição defensiva, e a segunda, na ação defensiva.
Para facilitar aumentar ainda mais a possibilidade de compreensão, veja este vídeo sobre transição defensiva de Leandro Calixto Zago, profissional do futebol que já trabalhou no Desportivo Brasil, na Ferroviária, no Corinthians, no Guarani, no Palmeiras e, atualmente, está na Ponte Preta:
Princípios operacionais de transição defensiva por Leandro Zago.
Além de todas essas situações e caracterização, a transição defensiva passou a ser conhecida nas análises de futebol como o momento da “troca de ação de jogo”. Esse termo não é completamente adequado, já que há trocas de ação de jogo toda vez que sai de uma fase de jogo e vai para outra (como por exemplo, quando o time está se defendendo e retoma a bola. Aqui começou a transição ofensiva após uma troca de ação de jogo), mas é como a transição defensiva está conhecida atualmente.



Em cada momento entre uma fase de jogo e outra, há uma troca de ação de jogo. Porém é como estamos vivendo atualmente.






Veja como é habitualmente colocado “troca de ação de jogo” em vez de transição defensiva. Eu mesmo coloco esse termo por força do hábito. E para quem viu o escrito na imagem acima “troca rápida de ação de jogo” aguarde, pois isso será assunto em breve por aqui!
E quando não tem nenhum dos aspectos defensivos da transição defensiva acontecendo? Oras, não é muito difícil de imaginar. Sem nenhum aspecto da transição defensiva acontece, o time adversário avança, realiza o contra-ataque e pode acabar finalizando.




Aqui um exemplo de um time sem estar realizando nenhum aspecto da transição defensiva: contra-ataque do time adversário acontecendo tranquilamente.
Já aqui, um exemplo extremista de quando o time não realiza nenhum aspecto da transição defensiva: gol do adversário. E para conferir outros materiais antecipadamente, é só seguir o perfil do Traduzindo o Tatiquês no Instagram, em @traduzindootatiques!
Para facilitar a compreensão do que é transição defensiva e os seus aspectos táticos, o quadro abaixo resumirá o tema:




Resumo sobre transição defensiva


Professor Ocimar Esteves

sábado, 24 de agosto de 2019

Educação Física 3º ano fundamental I

Pique - Bandeira ou Rouba Bandeira
Objetivos: Vivenciar o pique Bandeira e suas variações. Reconhecer o pique bandeira como um jogo da cultura popular.
Material: garrafas pet, galho de árvore, pedaço de pano, boné.
Procedimentos: Peça para os alunos para marcar o campo de jogo, cada equipe com a mesma quantidade, lado A e lado B. A bandeira deve ficar do lado de fora do campo.
O objetivo é roubar a bandeira do oponente, trazendo para seu campo. O jogador que for pego fica congelado até que outro lhe toque para salvar.
vence a equipe que trazer a bandeira para seu campo.
Observação: Caso ele tenham dificuldade na realização desta atividade, você pode mudar a regra do jogo e sugerir que ele termine quando um dos times capturar a bandeira do adversário, não sendo necessário voltar com ela para seu campo.

Educação física 3º ano Fundamental I

Queimada Meteoro
Objetivo: Vivenciar as variações da queimada
Material: bola de meia ou borracha
Procedimentos:No decorrer do jogo da queimada, introduzir mais bolas, tornando a atividade mais dinâmica. Essa variação deve ser introduzida quando os alunos já tiverem bem adaptados ao jogo tradicional.

educação Física do 3º ano do ensino fundamental I

Brincadeiras e Jogos

* Habilidades presentes nesta unidade.

- Experimentar e fluir brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de matriz africana e indígenas, e recriá-las, valorizando a importância desse patrimônio histórico cultural.
- Planejar e utilizar estratégias para possibilitar a participação segura de todos os alunos em brincadeiras e jogos.
Objetivos:
Reconhecer as brincadeiras e os jogos populares do Brasil como patrimônio cultural bem comosuas variações.
Vivenciar algumas dessas brincadeiras e jogos.

1 - Queimada Abelha -Rainha
Objetivos: Vivenciar variações da queimada abelha rainha
Material: bola de meia ou borracha.
Procedimentos: Escolher um colega do grupo para ser a abelha rainha, revelando o nome somente para o professor. Se queimar a rainha o jogo termina.

Futsal