Estamos retornando a Nazaré. Desta vez vamos lecionar Educação Artística (ARTES).
Passou um filme da cabeça. Projeto Aprender.
Lembrei dos meus ex alunos da escola Castelo Branco.
Ficavamos sentados no mesão em frente a diretoria, pesquisando, analisando, estudando, treinando,
temas para serem desenvolvidos nas escolas da periferia da cidade. Era muito Bom.
Há que saudade.
Vejam a felicidade estampadas nos rostos dos alunos carentes de informações.
Aqui estam fazendo uma lembrança para o dia das mães.
Uma boneca de camisa usada.
Um jogo de pega varetas
Um porta retrato da familia. Esposo e filha, com a mãe (aluna) feliz.
Os meninos fazendo o jogo da velha. Todos concentrados em realizar seu trabalho.
Até a camisa deles apareceu com a do projeto.
Sou professor de Educação Física, aposentado. Preparador Físico de Futebol, Técnico de Futebol formado pela Universidade da Gama Filho, RJ.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Nazaré Diário
Nazaré Diário
Antecipamos a nossa ida a Nazaré do dia 10 para o dia 5 mais para atender a comunidade nos treinamento desportivo.
Saímos de Porto Velho as 11:00 horas da manhã no barco Marcos Filho, lotado por se tratar de inicio de mês, todos acabaram de receber seus salários. Muito material de construção, de todos os tipos possível.
Muitas paradas ao longo do rio. Quando chegamos a São Carlos, desembarcou muita mercadoria como cestas básicas, material de construção etc.
Mais o pior veio por vim;
Quando chegamos ao longo de Terra Caída, as 16 h, o barco parou em uma encosta para deixar um lote de telhas e como o rio está muito cheio, paramos quando o barco topou no barranco submerso de frente e tiraram as telhas pela voadeira e nisto formou-se um tempo com vento forte e empurrou o barco de lado e quando foi sair estava encalhado.
O comandante tentou de todas as maneiras e não saiu. O jeito foi apelar para o barco Capitão Andrew que estava passando do outro lado do rio e a voadeira teve que atravessar a rio num temporal terrível para pedir ajuda.
“O barco Capital Andrew II, no meio do rio de baixo de um temporal”
O capitão Andrew chegou as 17 h e tirou o nosso barco encalhado, por incrível que pareça com o rio cheio.
“Após desencalhar o barco Marcos Filho, Capitão foi embora, pois é o transporte do produtor no baixo Madeira.”
Chegamos a Nazaré as 18 h quase noite, debaixo de muita chuva e entrou pela noite.
São 7 hs da manhã e chove muito até agora, mais é muita chova.
A tarde passou um pouco a chuva e assim mesmo fomos para a luta, dar a aula de educação física. Falamos sobre a importância de eles lerem mais, estudar mesmo e logo depois falamos sobre handebol. Como choveu muito na terça e quarta fomos verificar o estrago que fez, muito alagação, o rio subiu muito.
Quinta-feira pela manhã fomos até o posto de saúde falar com o encarregado da possibilidade de usarmos a balança para fazermos o teste antropométrico nos aluno, o que foi possível.
“Teste antropométrico”
Gente pelo Amor de Deus, o rio esta subindo demais já esta alagando, todo.
A tarde realizamos os testes com os alunos e no final da tarde fomos treinar a equipe feminina de futebol. Fizemos um circuito físico. Muito proveitoso.
Nesta sexta-feira realizamos o teste dos 9 minutos de corrida também uma novidade pra eles.
Teste dos 9 minutos (correndo)
O rio subiu assustador, esta tudo alagado, até segunda feira vai alagado as passarela.
“Foto tirada nesta sexta feira.”
As aulas das series iniciais foram suspensas em virtude da cheia do rio Madeira.
Esta tudo alagado em Nazaré, pela frente, por trás e pelos lados.
Antecipamos a nossa ida a Nazaré do dia 10 para o dia 5 mais para atender a comunidade nos treinamento desportivo.
Saímos de Porto Velho as 11:00 horas da manhã no barco Marcos Filho, lotado por se tratar de inicio de mês, todos acabaram de receber seus salários. Muito material de construção, de todos os tipos possível.
Muitas paradas ao longo do rio. Quando chegamos a São Carlos, desembarcou muita mercadoria como cestas básicas, material de construção etc.
Mais o pior veio por vim;
Quando chegamos ao longo de Terra Caída, as 16 h, o barco parou em uma encosta para deixar um lote de telhas e como o rio está muito cheio, paramos quando o barco topou no barranco submerso de frente e tiraram as telhas pela voadeira e nisto formou-se um tempo com vento forte e empurrou o barco de lado e quando foi sair estava encalhado.
O comandante tentou de todas as maneiras e não saiu. O jeito foi apelar para o barco Capitão Andrew que estava passando do outro lado do rio e a voadeira teve que atravessar a rio num temporal terrível para pedir ajuda.
“O barco Capital Andrew II, no meio do rio de baixo de um temporal”
O capitão Andrew chegou as 17 h e tirou o nosso barco encalhado, por incrível que pareça com o rio cheio.
“Após desencalhar o barco Marcos Filho, Capitão foi embora, pois é o transporte do produtor no baixo Madeira.”
Chegamos a Nazaré as 18 h quase noite, debaixo de muita chuva e entrou pela noite.
São 7 hs da manhã e chove muito até agora, mais é muita chova.
A tarde passou um pouco a chuva e assim mesmo fomos para a luta, dar a aula de educação física. Falamos sobre a importância de eles lerem mais, estudar mesmo e logo depois falamos sobre handebol. Como choveu muito na terça e quarta fomos verificar o estrago que fez, muito alagação, o rio subiu muito.
Quinta-feira pela manhã fomos até o posto de saúde falar com o encarregado da possibilidade de usarmos a balança para fazermos o teste antropométrico nos aluno, o que foi possível.
“Teste antropométrico”
Gente pelo Amor de Deus, o rio esta subindo demais já esta alagando, todo.
A tarde realizamos os testes com os alunos e no final da tarde fomos treinar a equipe feminina de futebol. Fizemos um circuito físico. Muito proveitoso.
Nesta sexta-feira realizamos o teste dos 9 minutos de corrida também uma novidade pra eles.
Teste dos 9 minutos (correndo)
O rio subiu assustador, esta tudo alagado, até segunda feira vai alagado as passarela.
“Foto tirada nesta sexta feira.”
As aulas das series iniciais foram suspensas em virtude da cheia do rio Madeira.
Esta tudo alagado em Nazaré, pela frente, por trás e pelos lados.
domingo, 17 de abril de 2011
Novas Fotos de Nazaré
Cabeceira da Passarela de madeira, quase 500 metros.
Bar da Dona Francisca. Estava muito preocupado com a enchente.
Campo de futebol parcialmente alagado, aqui eu jogava bola com meus alunos.
Isto é um campo de futebol.
Olha a balsa passando lá no fundo.
Bar da Dona Francisca. Estava muito preocupado com a enchente.
Campo de futebol parcialmente alagado, aqui eu jogava bola com meus alunos.
Isto é um campo de futebol.
Olha a balsa passando lá no fundo.
sábado, 16 de abril de 2011
Missão Comprida
Gente, Mais uma missão comprida, desta vez em Nazaré.
Terminamos as aulas de Educação Física.
Confesso a vocês que ja estou com saudades, é muita divertido.
Também pudera, levo muita informações pra eles e ficam encantados.
É muito legal trabalhar nestas comunidades.
Mas desta vez a coisa ficou preta.
O rio madeira encheu e alagou tudo.
Esta foto foi tirada quinta feira....
A mesma imagem tirada Sexta-feira. tudo alagado.
Terminamos as aulas de Educação Física.
Confesso a vocês que ja estou com saudades, é muita divertido.
Também pudera, levo muita informações pra eles e ficam encantados.
É muito legal trabalhar nestas comunidades.
Mas desta vez a coisa ficou preta.
O rio madeira encheu e alagou tudo.
Esta foto foi tirada quinta feira....
A mesma imagem tirada Sexta-feira. tudo alagado.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Estamos de volta
Estamos de volta a Nazaré, para concluirmos o quarto bimestre de educação física.
Confesso a vocês que ja estava com saudade da tranquilidade, do soscego e principalmente
da vida que levo na cidade. Sem tranquilidade, com essas gentalhas apurriando a paciência.
Depois que fiquei viúvo, parece que tem uma voz no pé de ouvido se lamentado, coisa do outro mundo.
Já não tenho paciência para aturar essas coisa, prefiro a vida pacata do ribeirinho, pescando e vendo os barcos e balsas passando, muito lazer, jogando bola
Confesso a vocês que ja estava com saudade da tranquilidade, do soscego e principalmente
da vida que levo na cidade. Sem tranquilidade, com essas gentalhas apurriando a paciência.
Depois que fiquei viúvo, parece que tem uma voz no pé de ouvido se lamentado, coisa do outro mundo.
Já não tenho paciência para aturar essas coisa, prefiro a vida pacata do ribeirinho, pescando e vendo os barcos e balsas passando, muito lazer, jogando bola
quinta-feira, 31 de março de 2011
Diario
NAZARÉ – DIARIO
Dia 14 de março de 2011, viaje marcada para as 7.00 da manhã, amanheceu chuvendo e finalmente iremos na lancha escolar projetada pela Marinha do Brasil.
Somos 8 (oito) professores com destino ao baixo madeira, muita bagagem a lancha ficou pesada não decolou, vai ser muito lenta a velocidade.
Saímos as 8;15 e chegamos as 13;00 e fomos direto para a pousada, um local bem afastado da beira do rio mais perto da escola.
Depois de arrumar as malas fomos conhecer o local de trabalho.
S U R P R E S A... não tem sala de aula, tudo é improvisado. O local é em frente aos grupos geradores de energia da GUASCOR, um barulho infernal. É um barracão, chapéu de palha.
Sujo, imundo, não tem quadro, cadeiras, ventilador, todo aberto. Sacanagem.
Segundo relato dos próprios alunos, uma cobra estava atrás da lousa e por pouco não picou a professora Damaris que, estava escrevendo na lousa e mexeu no quadro onde estava a cobra.
A escola tem duas (2) sala de aula, sendo ocupada pela series iniciais, portanto, não tem local para realizarmos o projeto, é inviável. Será que as pessoas da Dier não conhecem a realidade da educação em Nazaré?
Por que os professores que já passaram por aqui não falaram, não reclamaram a chefe da divisão?
Mas vamos ver o que acontece no desenrolar da semana.
Conversamos com o diretor da escola e pedimos se tava para conversar com a professora da serie inicial se ela pudesse emprestar a sua sala de aula e ela aceitou.
Hoje, dia 15 de março, vamos pra aula, a principio conversei com o professor de matemática pra que eu pudesse utilizar a sala que tem tomada elétrica, pois eu iria usar o Data show com aula expositiva.
Aí veio o primeiro problema, como o professor de matemática iria explanar suas aulas no quadro se não tem, aliás, tem, mais é tão velho que não aparece mais o que escrevemos, para piorar a situação, passaram tinta preta.
É assim tudo improvisado sem numa qualidade de ensino, cumprimos nossas obrigações pra defender o salário no final do mês. Se o aluno aprende tudo bem e não aprende vamos passar assim mesmo, a final a secretaria não está nem aí.
Quando não é o alojamento do professor é a sala de aula. Como é que posso dar uma aula com dignidade, com vontade, ânimo se as condições são precárias.
As pessoas da secretaria ainda têm coragem de dizer que “esta é a vida do ribeirinho”, “ até de baixo de uma árvore se dar uma aula”
Os professores do projeto são diferenciados, são todos especialistas em suas materiais, são pós graduados na sua grande maioria, portanto merecem respeito já que o salário é péssimo.
Por isso os professores estão saindo, está rescendido o contrato.
Dia 16 de março, vamos fazer uma pratica desportiva com os alunos e...
“não tem material para a aula de educação física”, Meu Pai do Céu, aonde vim amarrar meus burros!
Conseguimos uma bola com os diretores da equipe feminina de futebol.
Mas com uma condição; que eu treine a equipe de futebol, pois eles são leigos no assunto e eu prontamente aceitei.
Dia 17 de março, aula de pratica desportiva e logo depois da aula vamos treinar a equipe feminina.
Confesso que encontrei o que mais gosto na vida, treinamento de futebol
As meninas muito ansiosas com o treinamento e foram chegando quando me deparei estava lotado a arquibancada; meninas de 10 anos e as mais de 20 anos, uma loucura no bom sentido. Muito legal mesmo
Dia 18 de março, chegaram de Porto Velho uma equipe do conselho municipal de educação para verificar o andamento do projeto ribeirinho como também a homologação para o exercício de 2011/2012.
Perguntaram aos professores as suas opiniões positiva e negativas e como sempre eu fui solicitado.
Falei tudo, deste os alojamentos, as viagens, alimentação, condições de trabalho, materiais didáticos e esportivos como sugestações de melhorias.
Hoje sábado dia 19 de março, chove desde as 5;00 hora da manhã provavelmente não haverá aula pratica pois está muito alagado o campo de futebol, vamos aguardar.
Como eu já sabia, mesmo com chuva os alunos vieram e queriam jogar bola assim mesmo. Vamos conversar.
Vamos realizar o torneio pois a chuva passou, muita alegria para todos. Impressionante com eles gostam de jogar futebol.
Domingo, 20 de março, como sempre nada pra fazer, ficamos na pousada, à tarde assistimos o jogo da televisão e a noite saímos pra comer um sanduíche.
Hoje, segunda – feira vamos aplicar uma prova de avaliação do 3º bimestre e vamos treinar a equipe feminina de futebol agora com o respaldo da comunidade.
Terça-feira, 22 de março, meu filho continua doente em Porto Velho, estou muito preocupado com ele, amanhã vou à cidade de qualquer jeito, to muito preocupado com a saúde de meu filho.
Quarta-feira vou ter que ir a Porto Velho, não tem jeito. Meu filho está internado no hospital Cosme Damião, to muito preocupado.
Dia 14 de março de 2011, viaje marcada para as 7.00 da manhã, amanheceu chuvendo e finalmente iremos na lancha escolar projetada pela Marinha do Brasil.
Somos 8 (oito) professores com destino ao baixo madeira, muita bagagem a lancha ficou pesada não decolou, vai ser muito lenta a velocidade.
Saímos as 8;15 e chegamos as 13;00 e fomos direto para a pousada, um local bem afastado da beira do rio mais perto da escola.
Depois de arrumar as malas fomos conhecer o local de trabalho.
S U R P R E S A... não tem sala de aula, tudo é improvisado. O local é em frente aos grupos geradores de energia da GUASCOR, um barulho infernal. É um barracão, chapéu de palha.
Sujo, imundo, não tem quadro, cadeiras, ventilador, todo aberto. Sacanagem.
Segundo relato dos próprios alunos, uma cobra estava atrás da lousa e por pouco não picou a professora Damaris que, estava escrevendo na lousa e mexeu no quadro onde estava a cobra.
A escola tem duas (2) sala de aula, sendo ocupada pela series iniciais, portanto, não tem local para realizarmos o projeto, é inviável. Será que as pessoas da Dier não conhecem a realidade da educação em Nazaré?
Por que os professores que já passaram por aqui não falaram, não reclamaram a chefe da divisão?
Mas vamos ver o que acontece no desenrolar da semana.
Conversamos com o diretor da escola e pedimos se tava para conversar com a professora da serie inicial se ela pudesse emprestar a sua sala de aula e ela aceitou.
Hoje, dia 15 de março, vamos pra aula, a principio conversei com o professor de matemática pra que eu pudesse utilizar a sala que tem tomada elétrica, pois eu iria usar o Data show com aula expositiva.
Aí veio o primeiro problema, como o professor de matemática iria explanar suas aulas no quadro se não tem, aliás, tem, mais é tão velho que não aparece mais o que escrevemos, para piorar a situação, passaram tinta preta.
É assim tudo improvisado sem numa qualidade de ensino, cumprimos nossas obrigações pra defender o salário no final do mês. Se o aluno aprende tudo bem e não aprende vamos passar assim mesmo, a final a secretaria não está nem aí.
Quando não é o alojamento do professor é a sala de aula. Como é que posso dar uma aula com dignidade, com vontade, ânimo se as condições são precárias.
As pessoas da secretaria ainda têm coragem de dizer que “esta é a vida do ribeirinho”, “ até de baixo de uma árvore se dar uma aula”
Os professores do projeto são diferenciados, são todos especialistas em suas materiais, são pós graduados na sua grande maioria, portanto merecem respeito já que o salário é péssimo.
Por isso os professores estão saindo, está rescendido o contrato.
Dia 16 de março, vamos fazer uma pratica desportiva com os alunos e...
“não tem material para a aula de educação física”, Meu Pai do Céu, aonde vim amarrar meus burros!
Conseguimos uma bola com os diretores da equipe feminina de futebol.
Mas com uma condição; que eu treine a equipe de futebol, pois eles são leigos no assunto e eu prontamente aceitei.
Dia 17 de março, aula de pratica desportiva e logo depois da aula vamos treinar a equipe feminina.
Confesso que encontrei o que mais gosto na vida, treinamento de futebol
As meninas muito ansiosas com o treinamento e foram chegando quando me deparei estava lotado a arquibancada; meninas de 10 anos e as mais de 20 anos, uma loucura no bom sentido. Muito legal mesmo
Dia 18 de março, chegaram de Porto Velho uma equipe do conselho municipal de educação para verificar o andamento do projeto ribeirinho como também a homologação para o exercício de 2011/2012.
Perguntaram aos professores as suas opiniões positiva e negativas e como sempre eu fui solicitado.
Falei tudo, deste os alojamentos, as viagens, alimentação, condições de trabalho, materiais didáticos e esportivos como sugestações de melhorias.
Hoje sábado dia 19 de março, chove desde as 5;00 hora da manhã provavelmente não haverá aula pratica pois está muito alagado o campo de futebol, vamos aguardar.
Como eu já sabia, mesmo com chuva os alunos vieram e queriam jogar bola assim mesmo. Vamos conversar.
Vamos realizar o torneio pois a chuva passou, muita alegria para todos. Impressionante com eles gostam de jogar futebol.
Domingo, 20 de março, como sempre nada pra fazer, ficamos na pousada, à tarde assistimos o jogo da televisão e a noite saímos pra comer um sanduíche.
Hoje, segunda – feira vamos aplicar uma prova de avaliação do 3º bimestre e vamos treinar a equipe feminina de futebol agora com o respaldo da comunidade.
Terça-feira, 22 de março, meu filho continua doente em Porto Velho, estou muito preocupado com ele, amanhã vou à cidade de qualquer jeito, to muito preocupado com a saúde de meu filho.
Quarta-feira vou ter que ir a Porto Velho, não tem jeito. Meu filho está internado no hospital Cosme Damião, to muito preocupado.
Nazaré
Quero aqui monstrar a realidade da educação em Nazaré.
Equipe de professores altamente profissional, todos formados e graduados, que trabalham no Projeto
Ribeirinho.
Da esquerda para a direita; professor Ricardo, Linda, Denia, Glaura (de branco),Lucia e professor Roberto e eu como fotografo.
A laancha que nos leva ao trabalho.
Isto chamam de uma sala de aula. aqui na época dos festejos é uma casa de forró.
Este chapue de palha é a sala de aula.
Equipe de professores altamente profissional, todos formados e graduados, que trabalham no Projeto
Ribeirinho.
Da esquerda para a direita; professor Ricardo, Linda, Denia, Glaura (de branco),Lucia e professor Roberto e eu como fotografo.
A laancha que nos leva ao trabalho.
Isto chamam de uma sala de aula. aqui na época dos festejos é uma casa de forró.
Este chapue de palha é a sala de aula.
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