segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

feliz ano novo

Feliz Ano novo a todos.

Estamos de ferias no projeto Ribeirinho e confesso a voces que aqui em Porto Velho quero ficar longe de todos e as vezes fico sem tambem sem a coragem de se ligar na internet.

Mas vamos lá, com gosto de Futebol aqui vai uma dica:


O Treinamento em Futebol e os Níveis Neurológicos

Quais mudanças do futebol brasileiro dependem de você? Novos comportamentos se refletem no ambiente

Aproxima-se o fim de inúmeras competições pelo Brasil. Tanto nos campeonatos das categorias de base como nas competições profissionais, as próximas semanas serão de jogos decisivos. E estes jogos, físicos-técnicos-táticos-emocionais ao mesmo tempo, para todos os jogadores, durante os minutos que correspondem a cada partida, pedem treinamentos que contemplem as mesmas características do jogo, certo? Pelo que temos visto, errado!

Declarações, observações, leituras, imagens e reportagens variadas ilustram um cenário que precisa ser alterado mais rapidamente.

Trações, circuito com saltos e acelerações, corridas com mudanças de direção, finalizações descontextualizadas, saltos com pneu, táticos-sombra ou quaisquer outros treinamentos que privilegiem fragmentos do jogo (e não fractais), podem significar perdas de minutos preciosos em momentos, conforme mencionados, tão decisivos. Para estes momentos, leia-se a luta contra o rebaixamento, o acesso, o título, as vagas em competições importantes e, inclusive, a manutenção do emprego.

O dinamismo do mundo atual permite o acesso à informação, ao que é novo ou tendência, num intervalo de tempo consideravelmente pequeno. No futebol, o novo é treinar conforme se quer jogar. Barcelona, José Mourinho, Júlio Garganta, Porto, Claude Bayer, Rodrigo Leitão, Universidade do Porto, Vítor Frade, Ajax, Alcides Scaglia, André Villas-Boas são exemplos de pessoas e instituições que têm privilegiado e divulgado o que é atual.

Porém, por que mesmo com tanta informação disponível, a transformação está aquém da ideal?
Cada indivíduo interpreta a realidade de forma distinta. Diferentes experiências, aprendizagens, vivências e reflexões formam a visão de mundo de cada ser humano, que pode ter maior ou menor capacidade de mudança.

Alguns estudiosos do comportamento humano afirmam que gerimos a mudança (e todos os nossos pensamentos) a partir de seis níveis neurológicos: ambiente, comportamento, competências, crenças/ valores, identidade e espiritualidade.

A interpretação da realidade considerada neste texto será a do treinamento em futebol que, de acordo com todo o material científico que se tem conhecimento, pode ser desenvolvido a partir de um viés tecnicista, integrado ou atual (sistêmico).

O ambiente significa o local em que cada indivíduo atua. Traduzindo para o treinamento em futebol, corresponde a cada clube, formado por um determinado grupo de pessoas.

O comportamento compreende as atitudes efetivas de cada pessoa em um determinado ambiente. Em relação ao treinamento, tais atitudes se referem à maneira que é operacionalizado o processo de desenvolvimento de uma equipe.

Já as competências significam o conjunto de habilidades que cada indivíduo possui e que refletem o modo como o mesmo aplica seus conhecimentos. Para o exemplo deste texto, traduz o que o indivíduo sabe e o quanto se capacita.

E, por último (afinal não será abordada a identidade e espiritualidade para não parecer demasiadamente utópico), o treinamento em futebol segundo as crenças e valores. Neste nível neurológico, a interpretação da realidade se dá de acordo com o que a pessoa acredita, com seus princípios e com suas verdades.

Posto isso, é possível afirmar que a transformação está aquém da ideal, porque pouquíssimos indivíduos que atuam com o futebol conseguem gerar mudanças efetivas no nível neurológico das crenças e valores.

Toda informação disponível tardará para ser, de fato, uma transformação do futebol brasileiro, enquanto as intervenções ocorrerem somente nos três primeiros níveis neurológicos.

Diversos ambientes não permitem uma troca harmoniosa de conhecimento entre os seus integrantes e enquanto treinadores acreditarem que vencerão seus jogos simplesmente porque estão há muito tempo na bola e conhecem o meio, a transformação será atrasada.

O comportamento predominante do treino em futebol não converge para todas as sessões diretamente relacionadas com a ideia de jogo do treinador e assim permanecerá enquanto os preparadores físicos crerem que são necessárias sessões exclusivas para o desenvolvimento de potência, capacidade aeróbia ou resistência específica.

Leituras sobre periodização tática, complexidade, teoria dos jogos, ensino dos JDC e princípios táticos do futebol não irão para a prática, ou irão menos do que poderiam, enquanto forem verdades absolutas para as comissões técnicas, as experiências adquiridas tanto de caráter empírico ou científico.

Mas, se cada indivíduo, não só para o treinamento em futebol, mas para a vida, decidir ampliar sua reflexão, discussão e busca de conhecimento (e autoconhecimento), as mudanças emergenciais serão mais rápidas.

Transformar crenças e valores não é fácil! Os mesmos estudiosos do comportamento humano afirmam que quanto mais alto o nível neurológico, mais difícil é a mudança. O certo é que não há mudança de crença sem tentativa, sem risco, sem acertos, sem erros, sem novas experiências e disponibilidade para novas oportunidades.

Caso haja mudança de crenças e valores em cada indivíduo, consequentemente serão re-significados os três níveis neurológicos inferiores.

Quando a interpretação da realidade para o treino de futebol estiver fundamentada numa perspectiva sistêmica, a sede pela aquisição constante de novas habilidades transferirá todo o conhecimento teórico já existente para a realidade prática.

Com novas competências, derivadas de crenças e valores transformados, novos comportamentos serão observados, pois os anteriores perderão o sentido.

Finalmente, novos comportamentos refletem em mudanças de ambiente, ou seja, do grupo de pessoas que formam cada um dos clubes do futebol brasileiro.

Existem diferentes maneiras de cada ser humano modificar suas crenças: pode ser procurando ajuda, se conhecendo, estudando, conversando, ou de qualquer outra forma que permita um exercício frequente de reflexão.

Para você que já crê no que é atual em relação ao treinamento em futebol, faça sua parte com as competências e comportamentos adequados nos ambientes em que você atua. Já para aqueles que não crêem, não esperem o ambiente e o comportamento dos outros mudarem para você fazer o mesmo, pois isto pode não resolver se suas crenças permanecerem imutáveis.

Enfim, para todos os casos, a mudança só depende de você! Em que nível neurológico você está em relação ao treinamento em futebol?

Às vezes, para falar de futebol é preciso falar de pessoas...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Diario de Nazaré

Diário de Nazaré



Segunda feira, dia 05 de dezembro de 2011, amanheceu com muita chuva impossibilitando a viajem à Nazaré, localidade onde irei trabalhar no projeto ribeirinho. A viajem foi adiada para o dia seguinte.

Às oito horas da manhã do dia 06 de dezembro zarpamos rumo as nossas localidade de trabalho.

Professor Ocimar para Nazaré, professores Ricardo e Aline para Santa Catarina, professores Flavio para Cuniã e professora Selma para Papagaio. Os demais professores vão de Barco Recreio, professora Eny para Nazaré e professoras Damaris e Lucia para Demarcação.

Como eu tinha deixado minhas coisas em Santa Catarina como; panelas, bolas, cesta básica, carne, peixe, roupas etc. Tive que ir até Catarina buscar.

Quando cheguei lá encontrei todas as minhas coisa mexidas, as bolas foram todas usada e furadas, bolas de futebol e de borracha e as panelas sumiram.

Estou sem material para trabalhar.

Agora vamos ao trabalho aqui em Nazaré.

Parece que nada mudaram, os problemas são os mesmo de fevereiro deste ano, quando aqui vim pela primeira vez e o conselho municipal de educação estava presente na ocasião onde mostrei todos os problemas como;

A escola tem duas salas de aula para quatro professores trabalharem a tarde sendo uma sala para os alunos das serie inicias e outra sala para os alunos do projeto. Uma casinha em frente aos motores da usina de energia que fazem um barulho infernal que serve de sala de aula e um chapéu de palha imundo, sujo, fedido de fezes, sem quadro branco, sem cadeiras todas quebradas, suficiente, não tem energia e ventilador, um calor horrível, cheio de mato e aberto onde todos que passam mexem com os alunos, em fim sem a mínima condições de trabalho e o pior ao lado dos motores da usina, um barulho infernal.

Não tomaram nenhuma atitude para resolver os problemas citados.

Será que o problema da educação municipal está com os professores do projeto ribeirinho? Que por não resolveram também os problemas administrativos (?) e que são da secretaria. Que são de responsabilidade de Dier. (?)

Olhem, confesso a vocês que foi um dia terrível para dar uma aula nessas condições, aula de educação física imagine outras matérias. E o pior nenhum professor que por aqui passaram não reclamaram as condições de trabalho, ficam todos calados e por trás, ficam queimando e o mais agravante, os pais, a família não diz nada, por que o que importa pra eles, é ter professor na localidade.

Quinta-Feira participei de uma reunião no Armazém Club aqui de Nazaré com a secretaria adjunta da Seduc, Sra. Suely Aragão e a comunidade sobre a forma de educação a ser aplicada na escola de ensino fundamental e médio quando da sua inauguração.

Primeiro a comunidade falou a pedido da secretaria Suely Aragão e primeira a falar foi à professora Eny.

Falou sobre a conversa do Senhor Governador com a comunidade que disse que a escola seria agrícola e tempo integral e com alternância e que ela é contra essa alternância. Em fim a grande maioria presente na reunião fizeram críticas pesadíssimas contra o projeto ribeirinho.





Por último pedi a palavra por não agüentar criticas sobre os professores do projeto.

Culpei os professores em geral, culpei a secretaria municipal, culpei os alunos e principalmente os pais, a família por não estarem presente na vida escolar de seus filhos e isto eu havia falado com os alunos um dia anterior e solicitei que eles, falassem para os seus pais dos problemas encontrados e não resolvidos, joguei pesado com a comunidade que ficam criticando, mas reclamam quando faltam professores e reclamam quando tem. Mas são os mesmos que criticam. Também dei a sugestão com seria ideal que a escola nova funcionasse, em tempo integral até aproximadamente das 7:30 as 15:00 horas.

Por fim a secretaria falou que não seria ideal para a localidade uma escola agrícola e sim ensino regular em tempo integral, também retificou o que eu havia dito, sem a presença da família não há educação, estão jogando seus filhos mãos dos professores resolverem a educação, no final à sugestão da secretaria foi aceito por todos.

Sexta-Feira fomos com os alunos no posto de saúde fazer o exame antropométrico.

Semana tranqüila, não vejo à hora de retornar pra casa.

Hoje é sábado acordei cedo demais ansioso pra ir pra casa e como também amanheceu chuvendo, alias chuve há 3 dias sem parar.

Mais uma vez não passaram no dia marcado, passei a tarde toda na beira do rio a espera da voadeira e isso me intriga.

Ficam protegendo alguns professores e outros cobram criticam nossas atitudes por falar a verdade.

Tem professor que vai quando quer e retorna primeiro.

Os direitos são iguais, todos são concursados e merecem respeito.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

CORAÇÃO DE ATLETA

CORAÇAO DE ATLETA



Checar a saúde desse órgão é essencial para o rendimento de qualquer esportista.

O coração de um esportista possui algumas diferenças quando comparado ao do sedentário ou de uma pessoa que pratica exercícios apenas para manter a boa forma.

Os esportistas que se submetem a um forte treinamento aeróbico, por exemplo, como maratonista ou ciclistas, podem apresentar aumento do tamanho do coração. Aqueles que usam muito a força, como os levantadores de peso, ter a parede do órgão mais espessa. No entanto, essas alterações por si só não prejudicam o seu funcionamento: o coração mantém sua contração e relaxamento normais. Então, qual é o perigo?

Nos últimos anos, casos esporádicos de morte súbitas de atletas, em geral competindo ou treinado, chamaram a atenção da mídia. E o problema, na maioria das vezes, é causado por alguma doença cardíaca pré-existente que o atleta não sabia que tinha. Era algo que já estava ali, dando sinais, mas que no dia a dia dos treinos passava despercebidos ou era ignorado pelo profissional por receio de ser afastado de suas atividades. Só para se ter uma ideia, segundo a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas, 80% dos casos de morte súbita tem relação com uma doença arterial coronariana.

Os sinais de que algo pode não estar muito bem são dor no peito, palpitações, falta de ar ou desmaio. Quem tem perda de consciência, mesmo que por pouco minutos, ou qualquer um dos outros sintomas deve procurar um médico, especialmente se o mal-estar ocorrer ou piorar durante a prática do exercício.

Dependendo do problema, a pessoa pode se submeter a um tratamento e, em seguida, continuar sua rotina de treinamento.

De qualquer forma, a ausência de sintomas não deve ser considerada um atestado de saúde. Pesquisas têm mostrado que apenas 3% dos atletas que tiveram morte súbita haviam se queixado anteriormente de algum incômodo.

Por conta disso, exames que avaliam o bem estar do coração tem sido cada vez mais comuns – e necessários – entre atletas e aqueles que desejam se dedicar a uma atividade física regular. Não há um modelo único para esse tipo de avaliação. O que vai ditar isso é o nível de treinamento e o objetivo de cada um. O ideal é que atletas façam, ao menos uma vez por ano, exames físicos e laboratoriais, eletrocardiograma e teste com esforço.

Praticar uma atividade física faz bem, sempre. É preciso, apenas, tomar alguns cuidados. Um trabalho feito na Itália avaliou durante 17 anos, a função cardíaca de atletas olímpicos envolvidos em treinamento de endurance, exercícios para melhorar a capacidade aeróbica, e não encontraram alterações nas funções do órgão causadas pelo excesso de atividades. A conclusão do estudo: o coração consegue se adaptar às exigências do exercício. Além disso, praticar uma modalidade esportiva, de 3 a 5 vezes por semana, ainda é a melhor forma de prevenir as doenças que acometem o coração.

Responsável Técnico: Dr. Miguel Cendorogio Neto – CRM: 48949.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Festas

Dia 10 de outubro eu falei sobre as festas na area ribeirinha.
Confesso a voces que fico estarrecito como a forma da educação é desevolvida.
Trabalhar na semed (Secretaria Municipal de Educação) é bom demais, pra quem gosta
de só receber seus vencimentos, não tem compromisso com a educação.
Vejam voces;
Descemos o rio para trabalhar no dia 03 de novembro para cumprir uma formada de 15
dias ou seja até o dia 19 de novembro.
Quando foi dia 12 de novembro foram nos buscar pois não tinha com ficar
nas comunidades por força dos feriados prolongados e dos jogos escolares municipal.
Ora, se fazem o calendario escolar prevendo os feriados como é que nos mandaram
para as localidades sabendo que este mês há tanto feriados e também os jogos escolares?
Mês passado foi a mesma coisa, foram apenas 5 dias trabalhos, o resto foi feriado, festejo,
dia do professor, dia do funcionario público.
Nunca vi tanto festejo e feriado na minha vida, ainda bem que estou trabalhando na
prefeitura.!
Mas... E a educação como fica?
No final do ano todos estão passados não tem reprovação.
Agora se aprendeu é outra coisa e não é problema do professor.
Aliás, a grande maioria não tá nem aí, se aprendeu todo bem, se não aprendeu compriu
com a sua obrigação ou seja ele estava lá ( na sala de aula).
Isto sem contar com o professor eclético, dar todas as materias mesmo que não seja formado.
Tem professor que é formado em Português que leciona Inglês, Artes, Agropesca. Matematica que leciona historia, geografia. Historia que leciona Ciencias. Uma verdadeira bagunça e os
pais não esta nem aí pois tem professor pro seu filho e ele esta na escola e tem merenda.
Mas o que fazer!
Agente falar mais é a cultura deles e a gente não pode mudar.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Lendo o Diario

Lendo o Diario da Amazonia esta semana me deparei Zekatraca.
Uma entrevista com a professora Benedita, ex diretora do Barão.
Por incrivel que pareça ela tem o mesmo pensamento sobre educação,
que eu.
Estamos brincando de fazer educação. Os governantes vão a tv falar besteira; que esta tudo otimo,
que a educação melhorou em fim asneira.
Se voce pegar um aluno do ensino medio e mandar ele ler e ele não nem interpretar o texto.
Com o salario que ganha, tem que fazer uma maratona de escola pra ganhar um salario digno.
É no governo é na prefeitura, é na rede particular.
Como é que uma pessoa pode fazer um plano de aula se não tem tempo?
Uma vez, quando lesionava no Castelo Branco, o professor de lingua portuguesa trabalhava
pela manhã, tarde e noite.
Quando chegava a noite o cara estava morto, stressado, não descançou nada.
Alimentava-se mau e ele cançava de dizer que o problema era do aluno se passasse ou não.
Cumpri com minha obrigação, dei minha aula.
Como disse a professora Benedita, o professor tem ganhar um salario de um vereador. Alias
tem vereador que não sabe nem ler, alias professora Benedita tem deputado federal que é analfabeto e faz parte da comissão da educação em Brasília.
É mole!!!!!!

Estava sem computador

Estava sem computador ha quase meio mês, por tanto sem internet.
minha cpu quebrou fiquei sem internet quase o mes, comprei um notebook,
não sabia operar. Um verdadeiro horror.
Mas tudo revolvido.
Vamos pra luta.

Asdericel - Panamericano